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Pampa do Inferno

Tren Loco

Pampa del Infierno

Pampa del infierno es, es la hora de voltear al buey,
Obra homicida de un tonto rey o no, no lo sé
hijos del no te metas, el veinte de diciembre gritan no!

El río suena y agua trae, se escucho una voz no hay olvido ni perdón
Mundo insensible nos toco, siniestra ecuación: menos amparo, mas dolor.

Pampa del infierno es, los muertos en manos de la ley ¿ para quien sirve esta ley?
Herida de agravios por errores del pasado criminal y la suerte de otro error.
Si algo se esta por caer yo lo empujare lo destruiré, es así mi identidad

El río suena y agua trae, se escucho una voz no hay olvido ni perdón
Mundo insensible nos toco, siniestra ecuación: menos amparo, mas dolor.
Recitado :
Sol de verano con una lluvia de piedras
La montada atropello y mato.
Compran los medios, hasta se compran los jueces
Un pueblo furioso su estatua ya derribo

Desahuciados pibes de hoy sin niñez se transformo en dolor, incierto porvenir
La patria es la infancia, allí nace la verdad de un país y no la podrán robar
Entre ruinas y el horror alguien cantara esta canción que busca libertad!!

El río suena y agua trae, se escucho una voz no hay olvido ni perdón
Mundo insensible nos toco, siniestra ecuación: menos amparo, mas dolor.

Pampa do Inferno

Pampa do inferno é, é hora de virar o boi,
Obra homicida de um rei idiota ou não, não sei
filhos do não se meta, no dia vinte de dezembro gritam não!

O rio soa e água traz, ouvi uma voz não há esquecimento nem perdão
Mundo insensível nos tocou, sinistra equação: menos amparo, mais dor.

Pampa do inferno é, os mortos nas mãos da lei, pra quem serve essa lei?
Ferida de agravos por erros do passado criminoso e a sorte de outro erro.
Se algo está pra cair eu vou empurrar, vou destruir, é assim minha identidade

O rio soa e água traz, ouvi uma voz não há esquecimento nem perdão
Mundo insensível nos tocou, sinistra equação: menos amparo, mais dor.
Recitado:
Sol de verão com uma chuva de pedras
A montada atropelou e matou.
Compram os meios, até compram os juízes
Um povo furioso já derrubou sua estátua

Desamparados, os jovens de hoje sem infância se transformaram em dor, futuro incerto
A pátria é a infância, ali nasce a verdade de um país e não poderão roubar
Entre ruínas e o horror alguém cantará esta canção que busca liberdade!!

O rio soa e água traz, ouvi uma voz não há esquecimento nem perdão
Mundo insensível nos tocou, sinistra equação: menos amparo, mais dor.