When The Sky Is Black With Devils
The sky has turned black
By demons with lanterns in hand
The axis is mine to climb, for the light I withstand
The clouds open up as the night's roads expand
The wine is for me to drink, the nectar of eternity
Your ways are torn asunder
My ways are reborn
The energies are here, they are buried in the soil
The world seems to fade as the serpent uncoils
The unearthly, the death of life and birth of soul
The wine is for me to drink
The elixir of immortality
Your ways are torn asunder
My ways are reborn
My will begins the ascension of a slumbering snake
I feel the energy, the calling of a crimson Moon
Drink with rudra, drink from the cup
The drink is poison for the profane
As it opens passages to the other
It makes the very foundation of your world collapse
Drink with rudra, drink from the cup
Descend into the underworld
Down, down, down
Mutilation and death
Metamorphosis divine
Transmigration in ecstasy
Rebirth from death malign
My ways are torn asunder
I am reborn
Quando o Céu Está Negro Com Demônios
O céu se tornou negro
Por demônios com lanternas na mão
O eixo é meu para subir, pela luz que resisto
As nuvens se abrem enquanto as estradas da noite se expandem
O vinho é para eu beber, o néctar da eternidade
Seus caminhos estão despedaçados
Meus caminhos renascem
As energias estão aqui, estão enterradas no solo
O mundo parece desvanecer enquanto a serpente se desenrola
O sobrenatural, a morte da vida e o nascimento da alma
O vinho é para eu beber
O elixir da imortalidade
Seus caminhos estão despedaçados
Meus caminhos renascem
Minha vontade inicia a ascensão de uma serpente adormecida
Sinto a energia, o chamado de uma Lua carmesim
Beba com rudra, beba do cálice
A bebida é veneno para os profanos
Pois abre passagens para o outro
Fazendo o próprio alicerce do seu mundo desmoronar
Beba com rudra, beba do cálice
Desça para o submundo
Para baixo, para baixo, para baixo
Mutilação e morte
Metamorfose divina
Transmigração em êxtase
Renascimento de uma morte maligna
Meus caminhos estão despedaçados
Eu renasço