Sannhetens Plagiat
I mitt kjølvann steg en æra av vårt rike.
Jeg kvelte sagnomsuste drømmer i mitt grep.
Tok "tåpens" kreasjoner til mitt hjerte, og
sakte, sakte omformet hans visjoner til min visdom.
Bak natten lurte dommedagens teppe,
Da alt blir skapt og skapt igjen.
Vi danset døde hen i tidens tankeløse tomrom,
Hvor ferden førte frem til eget forbruk.
Ei dratt til side av en annens
evneveike krampe.
Vi nådde frem, strakk oss ut og rørte
ved allsidighetens krybbe...
Ved allsidighetens krybbe...
Plágio da Verdade
No meu rastro surgiu uma era do nosso reino.
Eu sufocava sonhos lendários na minha mão.
Levei as criações do "tolo" ao meu coração, e
devagar, devagar, transformei suas visões na minha sabedoria.
Atrás da noite espreitava o manto do juízo final,
Quando tudo é criado e recriado.
Dançamos mortos no vazio insensato do tempo,
Onde a jornada levava ao nosso próprio consumo.
Não puxado para o lado por uma
crise de fraqueza de outro.
Chegamos lá, esticamos as mãos e tocamos
o berço da versatilidade...
No berço da versatilidade...
Composição: Nagash / Twice