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Quase Azul

TROPICO (IT)

Quasi Blu

Due ragazzi in una macchina si abbracciano
Sembra che abbiano capito la velocità
Che i ricordi sono multe che si stracciano
Tra le stelle e la paura dell'atomica
Siamo nati dalla luna come minimo
E per questo sei sensibile alla gravità
Farsi male per il gusto, per il brivido
Siamo come pesci in un mare di Lexotan

Sembra di essere felici solo quando siamo nudi
Ma che paura sentirsi a volte come tutti gli altri, come sconosciuti
Scappare via in una notte infame
Ti vorrei abbracciare, ma tu non mi aiuti
Come due stronzi chе si appartengono, soli
E nel mio mare non sеi mai, mai tu
Quasi blu

E non ho capito niente
Tra le corse e la strada, la musica, magari vuoi un figlio
Mentre ancora mi sento un palazzo quando cade giù
E allora tu dammi un po' di poesia che mi fotta e che magari sto meglio
E nei tuoi occhi non ci torno più
Che a sparire non sei mai, mai tu
Quasi blu
Quasi blu ti avvicini alla notte
Ma è una luce diversa
Restituendo alla musica
Questa vita è una stupida
Facciamo un patto di sangue
Niente pensieri, niente domande
Sali solo se la tua citta ti vuole grande

Sembra di essere felici solo quando siamo nudi
Ma che paura sentirsi a volte come tutti gli altri, come sconosciuti
Che non lo sanno che si appartengono, soli
E nel mio mare non sei mai, mai tu
Quasi blu

E non ho capito niente
Tra le corse e la strada, la musica, magari vuoi un figlio
Mentre ancora mi sento un palazzo quando cade giù
E allora tu dammi un po' di poesia che mi fotta e che magari sto meglio
E nei tuoi occhi non ci torno più

E scusa, ma ora era l'ultima bugia a metà
Tra noi due, tra noi due
Tanto poi si dimentica
Sono solo parole, alla fine c'hai ragione tu

Non ho capito niente
Dammi un pugno che passa
Dai, che magari sto zitto
E nei tuoi occhi non ci torno più
E a sparire non sei mai, mai tu
A sparire non sei mai, mai tu
Quasi blu

Quase Azul

Dois caras em um carro se abraçam
Parece que entenderam a velocidade
Que as memórias são multas que se rasgam
Entre as estrelas e o medo da bomba atômica
Nascemos da lua, no mínimo
E por isso você é sensível à gravidade
Se machucar pelo gosto, pela adrenalina
Somos como peixes em um mar de Lexotan

Parece que só somos felizes quando estamos pelados
Mas que medo sentir-se às vezes como todos os outros, como estranhos
Fugir em uma noite maldita
Queria te abraçar, mas você não me ajuda
Como dois idiotas que se pertencem, sozinhos
E no meu mar você nunca está, nunca você
Quase azul

E não entendi nada
Entre as corridas e a estrada, a música, talvez você queira um filho
Enquanto ainda me sinto um prédio quando desaba
Então me dá um pouco de poesia que me foda e que talvez eu fique melhor
E nos seus olhos não volto mais
Que a desaparecer você nunca está, nunca você
Quase azul
Quase azul você se aproxima da noite
Mas é uma luz diferente
Devolvendo à música
Essa vida é uma idiotice
Vamos fazer um pacto de sangue
Sem pensamentos, sem perguntas
Suba só se sua cidade te quer grande

Parece que só somos felizes quando estamos pelados
Mas que medo sentir-se às vezes como todos os outros, como estranhos
Que não sabem que se pertencem, sozinhos
E no meu mar você nunca está, nunca você
Quase azul

E não entendi nada
Entre as corridas e a estrada, a música, talvez você queira um filho
Enquanto ainda me sinto um prédio quando desaba
Então me dá um pouco de poesia que me foda e que talvez eu fique melhor
E nos seus olhos não volto mais

E desculpa, mas agora era a última mentira pela metade
Entre nós dois, entre nós dois
Depois tudo se esquece
São só palavras, no fim você tem razão

Não entendi nada
Me dá um soco que passa
Vai, que talvez eu fique quieto
E nos seus olhos não volto mais
E a desaparecer você nunca está, nunca você
A desaparecer você nunca está, nunca você
Quase azul

Composição: