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Nunca Olhe Para Baixo

Trout Fishing In America

Never Look Down

The trees are only cardboard,
The leaves are full of paint,
There's a riot in the cornfields by the silo,
Crows are on the tightrope,
The cars a wash of rain,
While the fences fold like hands around the land.
Past old folks on the front porch,
With babies on their knees,
The dogs upon the dash begin to sing;
And each moment brings me closer,
And before the night is over,
I will open my front door.
There's a silence from the squad car,
Sirens on the street,
I hear music from the neon-lighted doorway;
Sweet comfort in the cottage,
There's a pillow for my head,
With foggy dreams of macram tattoos.
But nothing can deter me,
There's an anvil in my shoe,
The coffee in my brain begins to sing.
And each moment brings me closer,
And before the night is over,
I will open my front door.
All roads lead to my house,
Even roads I've never known,
And when I'm backing out my driveway,
I'm just taking the scenic route home.
Well, the grass is getting greener,
I'm on the other side,
Bridges crossed like Ts are all behind me;
I'm bringing home the bacon,
Not baby bumblebees,
I bow and take an exit down my street.
The rain is gently falling,
I see the front porch light,
The keys in my ignition start to sing,
And each moment brings me closer,
And before the night is over,
I will open my front door.

Nunca Olhe Para Baixo

As árvores são só de papelão,
As folhas cheias de tinta,
Tem uma confusão nos milharais perto do silo,
Os corvos estão na corda bamba,
Os carros lavados pela chuva,
Enquanto as cercas se dobram como mãos ao redor da terra.
Passando por velhinhos na varanda,
Com bebês nos joelhos,
Os cachorros no painel começam a cantar;
E a cada momento me aproximo mais,
E antes que a noite acabe,
Eu vou abrir a porta da minha casa.
Há um silêncio vindo da viatura,
Sirenes na rua,
Eu ouço música da porta iluminada por neon;
Doce conforto na cabana,
Tem um travesseiro pra minha cabeça,
Com sonhos embaçados de tatuagens de macramê.
Mas nada pode me deter,
Tem uma bigorna no meu sapato,
O café na minha cabeça começa a cantar.
E a cada momento me aproximo mais,
E antes que a noite acabe,
Eu vou abrir a porta da minha casa.
Todas as estradas levam até minha casa,
Até estradas que nunca conheci,
E quando estou saindo da minha garagem,
Estou apenas pegando o caminho mais bonito pra casa.
Bem, a grama está ficando mais verde,
Estou do outro lado,
Pontes cruzadas como Ts estão todas atrás de mim;
Estou trazendo o bacon pra casa,
Nada de abelhinhas,
Eu me curvo e pego uma saída na minha rua.
A chuva está caindo suavemente,
Vejo a luz da varanda,
As chaves na ignição começam a cantar,
E a cada momento me aproximo mais,
E antes que a noite acabe,
Eu vou abrir a porta da minha casa.

Composição: Ezra Idlet, Beth Grimwood