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Minha Cidade (part. Nach)

Trueno

Mi Cuidad (part. Nach)

Sé bienvenido a mi tierra (bienvenido)
A cada calle que hay en mi ciudad (ALC)
Entre cristales y piedras
Es donde encuentro la paz (Buenos Aires)
Sé bienvenido a mi tierra (mi tierra)
A cada calle que hay en mi ciudad
Entre cristales y piedras (entre cristales y piedras)
Está mi cuna y mi hogar

Ja, me siento el rey de la ciudad cuando la luz se me ilumina
Una historia en cada esquina, una huella en cada barrio
Camino sin horario, aunque la noche se termina
Y mis labios ya no dicen palabras que no riman

¿Tú qué opinas? Si no tienen juguetes, ¿te lo imaginas?
Disciplina, que acá somos todos primos con primas
Y no lastiman ni nos cortan el camino a la cima
Que se depriman los que quieren ver caer a Argentina

Vos, bienvenido a mi ciudad, papá
Te va' a escapar, capaz, si vo' escuchaste-, no va' a mirar pa' atrás
Todo el mundo se pone la capa de capataz
Querés ser tapa y no sabés ni en qué etapa estás

Un autocar estacionado por Palermo
Al lado, un niño haciendo malabares con el sueldo
No vayas a pintar esas paredes de mi barrio
Que la cara de mis guachos en los murales son recuerdos

Ja, de las pocas cosas que me acuerdo
Un beso pa' mamá, me voy, gano la copa y vuelvo
Ja, tengo un par de quilombos que no resuelvo
Pero voy a tocar el cielo por Julián y Pedro, sí

Sé bienvenido a mi tierra
A cada calle que hay en mi ciudad
Entre cristales y piedras
Es donde encuentro la paz
Sé bienvenido a mi tierra
A cada calle que hay en mi ciudad
Entre cristales y piedras
Está mi cuna y mi hogar

En mi ciudad hay mucho ingenio y poca broma
Tu éxito y tu premio no nos impresionan
No es un reality, aquí la realidad presiona
Más que celebrities, queremos conocer personas

Solo somos supervivientes
Mordemos a quien venga a quitarnos los panes
Cualquier rallao pensando demasiao me siente
Vivimos al día, aunque con mil planes

Aquí no se perrea, aquí se rapea (se rapea)
Aquí no se trolea, aquí se pelea (se pelea)
Aquí no hay verborrea que huele a diarrea
No se llama a la puerta, se la aporrea

Esto es tierra para artistas, falsos no caben
Siempre fui un malabarista, todos lo saben
Sigo agudo en cada pista, aunque mi voz es grave
¿Buscas buenos liricistas? Tengo la llave

Aquí no hay balas, ni maras, ni malas caras
Si cavas hondo, me calas, lo hago profundo
Aquí el honor nos ampara, tengo a mi amada
Dando su mano al que cae o al que pierde el rumbo

Desde San Blas hasta La Boca
De La Florida hasta Palermo
Desde Altozano hasta San Telmo
Buenos Aires, ALC, es nuestro reino

Sé bienvenido a mi tierra (tierra)
A cada calle que hay en mi ciudad
Entre cristales y piedras (piedras)
Es donde encuentro la paz
Sé bienvenido a mi tierra
A cada calle que hay en mi ciudad
Entre cristales y piedras (entre cristales y piedras)
Está mi cuna y mi hogar

Yeah
Desde La Boca hasta Alicante, pai
Yeah, yeah, bienvenido a mi tierra
Es el TR1
Con el Nach
Y hombre Trueno
De España hasta Argentina, ja
Los maestros de la rima

Minha Cidade (part. Nach)

Seja bem-vindo à minha terra (bem-vindo)
A cada rua que tem na minha cidade (ALC)
Entre vidros e pedras
É onde encontro a paz (Buenos Aires)
Seja bem-vindo à minha terra (minha terra)
A cada rua que tem na minha cidade
Entre vidros e pedras (entre vidros e pedras)
Está meu berço e meu lar

Ja, me sinto o rei da cidade quando a luz me ilumina
Uma história em cada esquina, uma marca em cada bairro
Caminho sem hora marcada, mesmo que a noite acabe
E meus lábios já não dizem palavras que não rimam

O que você acha? Se não têm brinquedos, consegue imaginar?
Disciplina, aqui somos todos primos e primas
E não machucam nem cortam nosso caminho até o topo
Que se deprimam os que querem ver a Argentina cair

Você, bem-vindo à minha cidade, pai
Você vai escapar, talvez, se você ouviu-, não vai olhar pra trás
Todo mundo se coloca a capa de capataz
Quer ser capa de revista e nem sabe em que fase está

Um ônibus estacionado por Palermo
Ao lado, uma criança fazendo malabarismos com o salário
Não vá pintar essas paredes do meu bairro
Que a cara dos meus moleques nos murais são lembranças

Ja, das poucas coisas que me lembro
Um beijo pra mamãe, vou, ganho a copa e volto
Ja, tenho uns problemas que não resolvo
Mas vou tocar o céu por Julián e Pedro, sim

Seja bem-vindo à minha terra
A cada rua que tem na minha cidade
Entre vidros e pedras
É onde encontro a paz
Seja bem-vindo à minha terra
A cada rua que tem na minha cidade
Entre vidros e pedras
Está meu berço e meu lar

Na minha cidade tem muito engenho e pouca brincadeira
Seu sucesso e seu prêmio não nos impressionam
Não é um reality, aqui a realidade pesa
Mais que celebridades, queremos conhecer pessoas

Só somos sobreviventes
Mordemos quem vier pra tirar nosso pão
Qualquer doido pensando demais me afeta
Vivemos o dia a dia, mesmo com mil planos

Aqui não se perreia, aqui se rapeia (se rapeia)
Aqui não se trola, aqui se briga (se briga)
Aqui não tem verborreia que cheira a diarreia
Não se chama na porta, se bate com força

Isso é terra para artistas, falsos não cabem
Sempre fui um malabarista, todo mundo sabe
Continuo afiado em cada pista, mesmo que minha voz seja grave
Está procurando bons letristas? Tenho a chave

Aqui não há balas, nem gangues, nem caras feias
Se você cavar fundo, me conhece, eu faço profundo
Aqui a honra nos protege, tenho minha amada
Estendendo a mão pra quem cai ou pra quem perde o rumo

De San Blas até La Boca
De La Florida até Palermo
De Altozano até San Telmo
Buenos Aires, ALC, é nosso reino

Seja bem-vindo à minha terra (terra)
A cada rua que tem na minha cidade
Entre vidros e pedras (pedras)
É onde encontro a paz
Seja bem-vindo à minha terra
A cada rua que tem na minha cidade
Entre vidros e pedras (entre vidros e pedras)
Está meu berço e meu lar

É
De La Boca até Alicante, pai
É, é, bem-vindo à minha terra
É o TR1
Com o Nach
E o homem Trueno
Da Espanha até a Argentina, ja
Os mestres da rima

Composição: Ignacio Fornés Olmo / Mateo Palacios Corazzina