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PUMAS (part. Milo j)

Trueno

PUMAS (part. Milo j)

Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega un poco
Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega un poco

Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si no tengo a dónde ir, llevo a mi tierra a donde toco
Achalay, desaparecer no sonó tan loco
No estamos tan loco', soy feliz con poco

Vuelvo a tocar a mi tierra
Se ven en mis ojos recuerdos de guerra
Esperando a la mala, tomándome un mate
Nací pa'l combate, a mí nada me aterra

Clavando la faca en el piso
Lo tuve que hacer cuando nadie lo hizo
Siempre vuelvo en el momento preciso y
Como soy buen payador, improviso, ja

Metido en la puna
Contándole to' mis secreto' a la Luna
Cantándole al cielo canciones de cuna
Vuelvo con fortuna para mi comuna, criado entre puma'

Cacé de la pata al futuro
Busco la luz en momentos oscuros
Callo tras callo, pisando más duro
Joven reserva que vino del monte argentino

Que afronte el destino este porte tan puro
O mato y muero si es por mi bandera
Me siento Cabral, clavándola afuera
Voy a hacer historia el día que me muera

Salí sin caballo y gané la carrera
Navegando y borrando frontera'
Busco la gloria en mi vida guerrera
Yo sé que después de la luz nos espera, wah

Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega un poco
Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega un poco

Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si no tengo a dónde ir, llevo a mi tierra a dónde toco
Achalay, desaparecer no sonó tan loco
No estamos tan loco'

No soy de aquí ni soy de allá
No tengo edad ni porvenir
Y ser feliz es mi color de identidad

Uh, vuelvo a tocar a mi tierra
Mi Argentina sabe que nunca me fui, ja
'Tuve plantando bandera en toda' las frontera' que te prometí
Máximo amor pa' la gente del barrio
Que son los que nunca se olvidan de mí, ja
Yo nunca me olvido de ustede'
Me queda bien claro de dónde salí (vivo para contarlo) sí, ja

Y ahora mira dónde estamo', ja
De batalla en batalla, ganamo'
Suena el— si en caballo llegamo'
Me siento Belgrano, hoy el cielo se acuesta en mis mano'

Piso lugare' del mundo que ni imaginé
Planto, planto bandera en la tierra
Decí que soy yo si preguntan quién fue

Máximo amor pa' mi gente Argentina
Que se fue de casa por pan y café, ja
Sé bien lo que represento
No pierdo el acento y ni meno' la fe

Ni meno' las gana' de seguir girando en el mundo
Estos wacho' no pierden la sed
La bocha en los pie'
La copa en la mano, mi nombre en la espada y abajo la 10
Hoy

Estoy generándolo y a pesar del dolor
Un ángel se puso en mi norte
Ahora sé la traición
Si el error hizo grande mi nombre

No voy por lo material
No puedo comprar volar
Lo logro con mi cantar
Y me da para contar

Vuelvo a tocar a mi–
Vuelvo a to–, vuelvo a to–, vuelvo a tocar a mi tierra
Se ven en mis ojos
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega un poco
Achalay, desaparecer no sonó tan loco
Si me achino al sonreír, pues ser feli' nos ciega

PUMAS (part. Milo j)

Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se aperto os olhos ao sorrir, é porque ser feliz nos cega um pouco
Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se aperto os olhos ao sorrir, é porque ser feliz nos cega um pouco

Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se eu não tenho pra onde ir, levo minha terra pra onde eu for
Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Não estamos tão loucos, sou feliz com pouco

Volto a tocar minha terra
Dá pra ver nos meus olhos lembranças de guerra
Esperando o pior, tomando um mate
Nasci pro combate, nada me assusta

Enfiando a faca no chão
Tive que fazer isso quando ninguém fez
Sempre volto no momento certo e
Como sou bom repentista, improviso, ha

No meio do deserto
Contando todos os meus segredos pra Lua
Cantando pro céu canções de ninar
Volto com fortuna pra minha comunidade, criado entre pumas

Agarrei o futuro pela perna
Procuro a luz em momentos escuros
Calo após calo, pisando mais forte
Jovem reserva que veio do monte argentino

Que esse jeito tão puro encare o destino
Ou mato e morro se for pela minha bandeira
Me sinto Cabral, acertando de fora
Vou fazer história no dia que eu morrer

Saí sem cavalo e ganhei a corrida
Navegando e apagando fronteiras
Busco a glória na minha vida de guerreiro
Eu sei que depois da luz nos espera, uah

Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se aperto os olhos ao sorrir, é porque ser feliz nos cega um pouco
Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se aperto os olhos ao sorrir, é porque ser feliz nos cega um pouco

Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se eu não tenho pra onde ir, levo minha terra pra onde eu for
Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Não estamos tão loucos

Eu não sou daqui nem sou de lá
Não tenho idade nem futuro
E ser feliz é minha cor de identidade

Uh, volto a tocar minha terra
Minha Argentina sabe que eu nunca fui embora, ha
Estive plantando bandeira em todas as fronteiras que te prometi
O máximo de amor pra minha gente do bairro
Que são os que nunca se esquecem de mim, ha
Eu nunca me esqueço de vocês
Eu sei bem de onde eu vim (Vivo para contar, sim), ha

E agora olha onde a gente chegou, ha
De batalha em batalha, vencemos
Soa o— se a cavalo chegamos
Me sinto Belgrano, hoje o céu cabe nas minhas mãos

Piso em lugares do mundo que nunca imaginei
Planto, planto bandeira na terra
Pode falar que sou eu se perguntarem quem foi

O máximo de amor pra minha gente Argentina
Que saiu de casa pelo pão e café, ha
Eu sei bem o que represento
Não perco o sotaque e muito menos a fé

Muito menos a vontade de seguir girando o mundo
Esses caras não perdem a sede
A bola nos pés
A taça na mão, meu nome nas costas e o número 10 embaixo
Hoje

Estou construindo isso e apesar da dor
Um anjo se colocou no meu norte
Agora eu conheço a traição
Se o erro fez meu nome crescer

Não busco o material
Não posso comprar o voar
Eu consigo com o meu cantar
E me dá história pra contar

Volto a tocar minha–
Volto a to–, volto a to–, volto a tocar minha terra
Dá pra ver nos meus olhos
Se aperto os olhos ao sorrir, é porque ser feliz nos cega um pouco
Que maravilha, desaparecer não soou tão louco
Se eu fecho os olhos ao sorrir, ser feliz também nos cega

Composição: Augusto Polo Campos, El Guincho, Trueno, Tatool, Milo J