Caesar
C:
Látom az árnyakat, érzem a végét.
Életem árulásba bújt.
A lángok a lelkemben álnok táncot járnak,
Vérem az én földemre hull, miért ez jut?
Ármány, és éles kés.
B:
Apám, ne hidd, hogy ezzel vége a világnak!
Életed most helyes útra vált.
Én leszek az, ki folytatja műved.
Nélküled csak az égbolt a határ.
C:
Te is fiam, Brutusz?
B:
Én is, igen, én is, apám!
C:
Csúf halálos tánc. Vérrel írt válasz csupán.
Gyermeki álarcból gyilkos, és sátán néz.
B:
Szép halálos tánc. Égben írt végzet, mit látsz!
Álmokból, életből szőtt románc vár rám!
César
C:
Sinto as sombras, percebo o fim.
A traição se esconde na minha vida.
As chamas dançam traiçoeiras na minha alma,
Meu sangue cai na minha terra, por que isso me acontece?
Intriga, e uma faca afiada.
B:
Pai, não pense que isso é o fim do mundo!
Sua vida agora tomou o caminho certo.
Eu serei aquele que continua sua obra.
Sem você, só o céu é o limite.
C:
Você também, meu filho, Brutus?
B:
Eu também, sim, eu também, pai!
C:
Uma dança mortal horrenda. Apenas uma resposta escrita em sangue.
De uma máscara infantil, um assassino e um satã observam.
B:
Uma dança mortal bela. Um destino escrito no céu, o que você vê!
Um romance tecido de sonhos e vida me espera!