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Verme do Caos

Twilight Ophera

Chaosworm

Shield thy folded eyes for the cleaving storm of chaos boils
Apocalypse winds scourge the seas for Leviathan now coils
Womb of mother chaos gave birth to maggots sinbred
Depravation ate the seven hearts of Vestigial sacred
Amuse me Ophion, harbinger of magenta doom
For apex of my death fades so soon
Engulf my delusions with purging anointment last
Demigods confusion where polymorphing spells cast

Treaties of balance unsworn
Chaosworm
Scales of thousand colors and none
Chaosborn
Vritra of countless tongues and forms
Chaosworm
Ophiusa harmony torn

Gangrene lores bear fruits of putrid ambrosia
For I have licked the fangs of slumbering Jormungard
To poison these wilting roots of thine Yggdrasil

Slithering weeds of medusa brood
Maelstrom grows fat, Dipsas imbued
Spasms of flesh for venom to soothe
Macrocosm left to madmans solitude

Two faces hold us in rapture, bleeding mirage of Amphisbaena
Those left hand anthems of parasitic mass chant

Verme do Caos

Cubra teus olhos fechados para a tempestade cortante do caos que ferve
Os ventos do apocalipse açoitam os mares, pois Leviatã agora se enrosca
O ventre da mãe caos deu à luz a vermes gerados pelo pecado
A depravação devorou os sete corações do sagrado vestigial
Divirta-me, Ofion, arauto da ruína magenta
Pois o ápice da minha morte se desvanece tão rápido
Engula minhas ilusões com o último ungüento purificador
Confusão de semideuses onde feitiços de polimorfia são lançados

Tratados de equilíbrio não jurados
Verme do caos
Escamas de mil cores e nenhuma
Nascido do caos
Vritra de incontáveis línguas e formas
Verme do caos
Harmonia de Ofiusa rasgada

Lendas gangrenosas dão frutos de ambrosia podre
Pois eu lambi as presas do Jormungard adormecido
Para envenenar essas raízes murchas do teu Yggdrasil

Ervas rastejantes da prole de Medusa
O redemoinho engorda, Dipsas imbuído
Espasmos de carne para o veneno acalmar
Macrocosmo deixado à solidão do louco

Duas faces nos mantêm em rapture, miragem sangrenta da Amphisbaena
Aquelas canções de mão esquerda da massa parasitária entoam

Composição: Timo Puranen