La Basura
Si me convirtiese
A una religión lejana
Y dejara de liarla tanto
Si me estrangulara
Con el cable de tu secador
Aun así no conseguiría parar
Ese gesto tan típico tuyo de
Apretar el lugar donde
Nace una lágrima
Sigo viviendo entre
La basura que acumula mi casa
Y la basura que acumulo yo
Que no limpio porque estoy de resaca
Y me prohibiste escribirte en días como hoy
Con la mirada perdida
La risa tonta
Y lo siento tanto
La tiritona de la tarde
Lo siento, tronqui
Es la última vez
Tarareaba una canción
Para tapar el silencio
De no saber qué hacer
Uh, uh, uh
Si me refugiase
En tu cielo gris
Y dejara de liarla tanto
Veo que te asusta
Cuando empieza mi autodestrucción
Aun así no conseguiría parar
Ese gesto tan típico tuyo de
Apretar el lugar
Donde nace una lágrima
Sigo viviendo entre
La basura que acumula mi casa
Y la basura que acumulo yo
Que no limpio porque estoy de resaca
Y me prohibiste escribirte en días como hoy
Con la mirada perdida
La risa tonta
Y lo siento tanto
La tiritona de la tarde
Lo siento, tronqui
Es la última vez
Tarareaba una canción
Para tapar el silencio
De no saber qué hacer
Uh, uh, uh
O Lixo
Se eu me tornasse
Em uma religião distante
E parasse de arrumar confusão
Se eu me estrangulasse
Com o cabo do seu secador
Ainda assim não conseguiria parar
Esse gesto tão típico seu de
Apertar o lugar onde
Nasce uma lágrima
Continuo vivendo entre
O lixo que acumula na minha casa
E o lixo que eu acumulo
Que não limpo porque tô de ressaca
E você me proibiu de te escrever em dias como hoje
Com o olhar perdido
A risada boba
E eu sinto muito
A tremedeira da tarde
Desculpa, mano
É a última vez
Eu assobiava uma canção
Pra abafar o silêncio
De não saber o que fazer
Uh, uh, uh
Se eu me refugiasse
No seu céu cinza
E parasse de arrumar confusão
Vejo que te assusta
Quando começa a minha autodestruição
Ainda assim não conseguiria parar
Esse gesto tão típico seu de
Apertar o lugar
Onde nasce uma lágrima
Continuo vivendo entre
O lixo que acumula na minha casa
E o lixo que eu acumulo
Que não limpo porque tô de ressaca
E você me proibiu de te escrever em dias como hoje
Com o olhar perdido
A risada boba
E eu sinto muito
A tremedeira da tarde
Desculpa, mano
É a última vez
Eu assobiava uma canção
Pra abafar o silêncio
De não saber o que fazer
Uh, uh, uh