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Uma Revelação Infame em Duas Partes

Umbrae

An Infamous Revelation in Two Parts

The we stood and watched this world demise
Impassive, eternal
We stomped and walked over dead hordes
That didn´t stand the fight
The talking monkeys dared us
Unaware of their own mortality
And unmindful pride

Down the path of hell on earth
Under a crimson sky
Unholy mass in hatred
Hate their own lives
Unworthy of the air they breathe
The land they step on
And they´ve befouled

Then towards their doom they proudly marched
Fighting against odds
Army of unbelievers
Hate their own lives
Flowing from their grail of tears and lies
A mothers grief, an unborn´s cry
While heathens fell and died

Reversal of divinity
Seeds laid on sterile ground
Sali the seas of lust and madness
Love nowhere to be found
Subversion of intelligence
We raise the sword of genocide
Arise, realize
the blindfold in your eyes

The scars bled from the achings of the feeble
Into our mighty sacred pain
The agony domain

The blood of the martyrs
That was spilled to redeem our sins
Is now lying on soiled ground
Upon a maggot infested casket

The scars bled from the pumping of the nails
Into the holy hands and feet
The agony domained
Can´t stop the pain
Of becoming god
Of becoming sand

Father, god why have you forsaken me
The Nazarene was crying out loud
When the agony domained
He couldn´t stand the pain
To die like a man

And when the clouded sky sight
Began to fade
Father forgive them
They don´t know what they´ve done

And as darkness finally engulfes us with joy
In your hands I lay
My spirit to rest

Uma Revelação Infame em Duas Partes

Então nós ficamos e assistimos o mundo desmoronar
Impassíveis, eternos
Pisoteamos e caminhamos sobre hordas mortas
Que não aguentaram a luta
Os macacos falantes nos desafiaram
Inconscientes de sua própria mortalidade
E com um orgulho cego

Pelo caminho do inferno na terra
Sob um céu carmesim
Massa profana em ódio
Odiando suas próprias vidas
Indignos do ar que respiram
Da terra que pisam
E que eles sujaram

Então, em direção ao seu destino, marcharam orgulhosos
Lutando contra as probabilidades
Exército de descrentes
Odiando suas próprias vidas
Fluindo de seu cálice de lágrimas e mentiras
A dor de uma mãe, o choro de um não-nascido
Enquanto os pagãos caíam e morriam

Reversão da divindade
Sementes lançadas em solo estéril
Sali os mares de luxúria e loucura
Amor em lugar nenhum a ser encontrado
Subversão da inteligência
Levantamos a espada do genocídio
Levantem-se, percebam
A venda em seus olhos

As cicatrizes sangraram das dores dos fracos
Para nossa poderosa dor sagrada
O domínio da agonia

O sangue dos mártires
Que foi derramado para redimir nossos pecados
Agora jaz em solo sujo
Sobre um caixão infestado de larvas

As cicatrizes sangraram do cravar dos pregos
Nas mãos e pés sagrados
O domínio da agonia
Não posso parar a dor
De me tornar deus
De me tornar areia

Pai, Deus, por que me abandonaste?
O nazareno gritava alto
Quando o domínio da agonia
Ele não conseguia suportar a dor
De morrer como um homem

E quando a visão do céu nublado
Começou a desaparecer
Pai, perdoa-os
Eles não sabem o que fizeram

E enquanto a escuridão finalmente nos envolve com alegria
Em suas mãos eu deito
Meu espírito para descansar

Composição: