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Era da Graça

Undying

Age Of Grace

Born and enslaved to this modern age
Where blood stains each step of this path we have paved
And what price our reign? At what cost their fate?
In this night unending when dawn comes too late
For each life that's stolen and each cry unheard
For our lust that's written in scars on this Earth
The lies which they teach, with forked-tongues they speak
Of this world created to conquer, to rule their greed

Are we corrupted by their greed?
Infected, decayed; corrupt with deceit

In this days of madness where misery reigns
When all hope is abandoned in promise of pain
And never a light from the darkness of hate
They hunger for death, their bodies as graves

our corrupted memory dies to see through compassion's eyes

Lives consumed, flesh abused, tortured existence, encaged, entombed
Freedom lost, bodies marred, eternal hell, life behind bars

Their traditions die, as we fall no longer
With this reverence for life, we will fall no longer

In this world of the desperate and lost cast in filth
Compassion condemned in this nightmare fulfilled

The blind and their faith, to empty skies pray
The road to their heaven and god paved with rape
The hidden years have ended
The age of grace begun

The starving sound of fire, as heaven and Earth collide
Cast off like skin this suffering, on broken knees to rise
To sift through bitter ashes, to bleed like sacrifice
Our hearts forever burning, to breathe with newfound life

Era da Graça

Nascidos e escravizados por essa era moderna
Onde o sangue mancha cada passo desse caminho que pavimentamos
E a que preço nosso reinado? A que custo o destino deles?
Nesta noite sem fim, quando a aurora chega tarde demais
Por cada vida que foi roubada e cada grito não ouvido
Por nossa luxúria que está escrita em cicatrizes nesta Terra
As mentiras que eles ensinam, com línguas bifurcadas falam
Sobre este mundo criado para conquistar, para dominar sua ganância

Estamos corrompidos pela ganância deles?
Infectados, apodrecidos; corruptos com engano

Nestes dias de loucura onde a miséria reina
Quando toda esperança é abandonada na promessa da dor
E nunca uma luz da escuridão do ódio
Eles anseiam pela morte, seus corpos como tumbas

Nossa memória corrompida morre para ver através dos olhos da compaixão

Vidas consumidas, carne abusada, existência torturada, encarcerada, sepultada
Liberdade perdida, corpos marcados, inferno eterno, vida atrás das grades

Suas tradições morrem, enquanto caímos sem mais
Com essa reverência pela vida, não cairemos mais

Neste mundo dos desesperados e perdidos lançados na sujeira
A compaixão condenada neste pesadelo realizado

Os cegos e sua fé, para céus vazios oram
O caminho para seu céu e deus pavimentado com estupro
Os anos ocultos chegaram ao fim
A era da graça começou

O som faminto do fogo, enquanto céu e Terra colidem
Descartados como pele, esse sofrimento, de joelhos quebrados para se erguer
Para peneirar cinzas amargas, para sangrar como sacrifício
Nossos corações ardendo para sempre, para respirar com uma nova vida

Composição: