La máquina del tiempo
6,5,4,3,2,1...Comienza el tiempo a andar
llega la noche como apagar la luz.
En segundos aquel último año
corrió ante sus ojos como pasan
las hojas de un libro.
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
no pude más que sonreír al ver
pasar el tiempo .
Escribió letras llena de nostalgia
ese día y el día posterior
a nadie importó que olvidara
revisar los circuitos de la sección C
que hace tiempo funcionan mal.
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
no pude más que sonreír al ver
pasar el tiempo .
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
no pude más que sonreír al ver
pasar el tiempo .
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
no pude más que sonreír al ver pasar
el tiempo.
Sintiendo el vértigo ahogando mi voz
no pude más que sonreír al ver
pasar el tiempo .
A Máquina do Tempo
6,5,4,3,2,1... Começa o tempo a andar
chega a noite como se apagasse a luz.
Em segundos, aquele último ano
correu diante dos seus olhos como passam
as folhas de um livro.
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
não pude fazer nada além de sorrir ao ver
passar o tempo.
Escreveu letras cheias de nostalgia
naquele dia e no dia seguinte
ninguém se importou que eu esquecesse
dar uma olhada nos circuitos da seção C
que há tempos estão funcionando mal.
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
não pude fazer nada além de sorrir ao ver
passar o tempo.
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
não pude fazer nada além de sorrir ao ver
passar o tempo.
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
não pude fazer nada além de sorrir ao ver passar
o tempo.
Sentindo o vertigem sufocando minha voz
não pude fazer nada além de sorrir ao ver
passar o tempo.
Composição: Luis Bolin, Magdaleno Martinez, Iñigo Zabala, Rafael Sanchez