Rise Of The Mighty Tyrant
Unlit fire I want to bring, the cryptic truth I seek
I lick the sacred toad to leave that dismal hole
Feasting on my leaking spleen, absorbing poison deep within
In psychedelic waltz mind stumbles on the threshold
Beyond the reason I commit like toxic sprite I creep
Unveiling what's concealed still comfortless I kneel
Drifting far from self-appeal, less earthbound I fail to feel
Wretched yet I grasp again the doom of mortal men
In that unhallowed shrine blurred are my ghastly eyes
The missing answers hide where webs of sorrow lie
There's nothing I adore
No, nothing I stand for
Hopeless I withdraw
Elders, elders, speak to me
Why am I so blind to see?
And thousand questions are clouding my mid
Elders, elders, speak to me
What's the purpose of my being?
And thousand questions are clouding my mid
Unlit fire never meant to burn
Plunged in shadows in our kin
The missing answers hide where webs of sorrow lie
There's nothing to adore
And where horizons end I will meet you dear friend
As we embrace the tides of chilling endless night
Ascensão do poderoso tirano
Fogo apagado eu quero trazer, a verdade enigmática que eu procuro
Eu lambo o sapo sagrado para deixar aquele buraco sombrio
Deleitando-se com meu baço vazando, absorvendo veneno profundamente
Na valsa psicodélica, a mente tropeça no limiar
Além da razão de eu cometer como sprite tóxico eu rasteje
Desvelando o que está escondido ainda sem conforto eu me ajoelho
Levando longe de auto-apelo, menos terrena eu não consigo sentir
Miserável ainda eu agarro novamente a desgraça dos homens mortais
Naquele santuário profano borrado estão meus olhos medonhos
As respostas que faltam escondem onde teias de tristeza estão
Não há nada que eu adoro
Não, nada que eu represente
Sem esperança eu me retiro
Anciãos, anciãos, falem comigo
Por que eu sou tão cego para ver?
E mil perguntas estão nublando meu meio
Anciãos, anciãos, falem comigo
Qual o propósito do meu ser?
E mil perguntas estão nublando meu meio
Fogo apagado nunca quis queimar
Mergulhado nas sombras de nossos parentes
As respostas que faltam escondem onde teias de tristeza estão
Não há nada para adorar
E onde os horizontes terminam eu te encontrarei querido amigo
Como nós abraçamos as marés de arrepiante noite sem fim