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Sonhos de Flores Mortas

Vacuum

Dead Flowers Dreams

Like an eoalian harp i shiver the wind
In every drop is smack of pain
Day by day aven more deep
Penetrate by vagancy gloomy vanity

I throw myself into the waves
Life by life
In vain bloody jewel streams in veins
When soul pains in vacanty of time

I hear song of mute birds
Song in valley of vanity
I dream dead flowers dreams
Dreams in valley of vanity

I couldn't escape
Merger of cells
Imprisoned in utero
I don't percieve a space

Without true passion
Penetrate through vacancy of vanity

To leam the birds to fly
To kiss their dying wings
To cut the flowers off for beauty
Like an eoalian harp i shiver in the wind

Broken in my solitude
All is more vanity.

Sonhos de Flores Mortas

Como uma harpa eólica, eu tremo com o vento
Em cada gota, um gosto de dor
Dia após dia, cada vez mais profundo
Penetrando na vaidade sombria da vagância

Eu me jogo nas ondas
Vida por vida
Em vão, correntes de joias sangrentas nas veias
Quando a alma sofre na vacuidade do tempo

Eu ouço a canção dos pássaros mudos
Canção no vale da vaidade
Eu sonho sonhos de flores mortas
Sonhos no vale da vaidade

Eu não consegui escapar
Fusão de células
Prisioneiro no útero
Não percebo um espaço

Sem verdadeira paixão
Penetrando pela vacuidade da vaidade

Para ensinar os pássaros a voar
Para beijar suas asas moribundas
Para cortar as flores pela beleza
Como uma harpa eólica, eu tremo no vento

Quebrado na minha solidão
Tudo é mais vaidade.

Composição: