Muros De Cristal
Tus piernas sufren la caída
Los demonios del desierto tratarán
De contarte el final
Del cuento que comenzaste a narrar
Escrito con tinta de sangre azul
Tu cuerpo se rinde cae en la enfermedad
Sin dosis de vanidad
Tu mente sabe cual es la realidad
No se deja engañar
No escuches
No te eches atrás
Tus venas
Son presas de piedra
Golpea el viento al azar
Izad las velas con puños de acero
El poder del tornado es tu aliento
Y hay desiertos que barrer
Cierra los ojos, escucha tu voz
Siente el latido, prueba el sabor
Tus brazos que ayer fueron paja
Hoy son raíces en oasis que te ayudan a andar
Tú eliges el arma
Pero el miedo no está disponible
Estarás en pie
Muros De Cristal
Suas pernas sofrem a queda
Os demônios do deserto vão tentar
Te contar o final
Da história que você começou a narrar
Escrita com tinta de sangue azul
Seu corpo se rende, cai na doença
Sem doses de vaidade
Sua mente sabe qual é a realidade
Não se deixa enganar
Não escute
Não volte atrás
Suas veias
São presas de pedra
O vento bate ao acaso
Levantem as velas com punhos de aço
O poder do tornado é seu fôlego
E há desertos para varrer
Feche os olhos, ouça sua voz
Sinta o batimento, prove o sabor
Seus braços que ontem eram palha
Hoje são raízes em oásis que te ajudam a andar
Você escolhe a arma
Mas o medo não está disponível
Você estará de pé