Pest ban
Pest ban
Unremembered, unlamented, you skulk and crave only pity.
Why should we retch on empty words?
And stomach your deluded home-grown monomania,
When the trail of your failure wends its fetid stench back to you.
The masses like locusts culled.
This depression, your self-made, self-sent designer plague.
Enact the pest ban, when fruitless life bloats unreplete.
Enforce the pest ban, cleanse humankind's stables of pointless meat.
Your witless self-indulgence will end as it began.
With the realisation, that existence terminated is your only lot.
Slave to one and all.
A respiring machine.
Expendable, used then left.
A gangrenous will, starved of purpose.
End a squandered life!
Your birthright expired.
Surrender your place up to higher worth.
No last reprieve, be gone, be dead, be dirt.
Proibição de Pragas
Proibição de Pragas
Esquecido, sem lamento, você se esconde e só deseja pena.
Por que deveríamos vomitar palavras vazias?
E engolir sua monomania caseira e delirante,
Quando o rastro do seu fracasso traz seu fedor de volta pra você.
As massas como gafanhotos eliminados.
Essa depressão, sua praga feita sob medida, enviada por você mesmo.
Imponha a proibição de pragas, quando a vida infrutífera incha sem se completar.
Aplique a proibição de pragas, limpe os estábulos da humanidade de carne sem sentido.
Sua autoindulgência sem inteligência terminará como começou.
Com a realização de que a existência encerrada é seu único destino.
Escravo de todos e de um.
Uma máquina que respira.
Descartável, usada e depois deixada.
Uma vontade gangrenada, faminta de propósito.
Acabe com uma vida desperdiçada!
Seu direito de nascimento expirou.
Renda seu lugar a algo de maior valor.
Sem última clemência, vá embora, morra, seja sujeira.