To wander eternal corridors
To wander eternal corridors
Cast down through emptiness into the eternal pit of darkness.
Drones of black death wisp past and deafen.
Into the unknown eons, screaming!
A faceless screech without a sound.
As time folds back in around you
Faces haunt the flowing mist.
Cold, cold
Black memories...
Screaming into the void where planets fall and die.
The endless walls don't echo.
For in this darkness filled with vomit and hurt,
Swirls a disease in spirals, surrounded by sickness.
The blood drips from the tongue into everlasting time.
As you wander eternal corridors.
Decaying teeth chatter as this blackness dissolves your being
And the mind of the damned is erased.
Consumed by hate, in death, in fear.
The torn flesh of despair.
Life vanishes into a point of light where creation once began.
The bleakness has consumed you...
Vagar por Corredores Eternos
Vagar por corredores eternos
Lançado na solidão para o abismo eterno de escuridão.
Drones de morte negra passam e ensurdecem.
Para os eons desconhecidos, gritando!
Um grito sem rosto sem som.
Enquanto o tempo se dobra ao seu redor
Rostos assombram a névoa fluida.
Frio, frio
Memórias negras...
Gritando no vazio onde planetas caem e morrem.
As paredes infinitas não ecoam.
Pois nesta escuridão cheia de vômito e dor,
Gira uma doença em espirais, cercada por doença.
O sangue pinga da língua para o tempo eterno.
Enquanto você vaga por corredores eternos.
Dentes podres trincam enquanto essa escuridão dissolve seu ser
E a mente dos condenados é apagada.
Consumido pelo ódio, na morte, no medo.
A carne rasgada do desespero.
A vida desaparece em um ponto de luz onde a criação começou.
A escuridão te consumiu...