Asmodeuso Karo Liepsna
Ar girdit ðià spengianèià tylà
Ir aukðtà pilnaties paðaipà,
Tà demono aká dangaus juodame delne,
Pragaro kelià ið ten á laukà plynà
Taèiau kelias tas skleidþiasi asmodeusui,
Ir jo keturiolika legionø deganèiø sielø,
Lekia jie ið gedulingos ðviesos
Þemën saulëlydþio lûpom sukaston
Susigërë skausmas þemës gelmën,
Kraujo gilybës akmuo -
Karo þaroj vël -
Mirties sielø ruduo
Lapkrièio pirmà á pilkapá þengia
Deganèios sielos triumfo ðypsniu,
Samhaino vidurnaktá lai nusiþvengia
Nauja ásiþiebusi karo liepsna
A Chama da Guerra de Asmodeus
Ouvindo a espiral do destino
E a dor se acumulando na pele,
Como um demônio na mão negra do céu,
Caminho do inferno se abre na planície.
Assim, o caminho se expande para Asmodeus,
E suas quatorze legiões de almas ardentes,
Correm da luz fúnebre
Sob o céu do pôr do sol distorcido.
A dor se funde nas profundezas da terra,
A pedra do sangue -
A guerra clama de novo -
Outono das almas perdidas.
No primeiro de novembro, a colina se ergue
Com o sorriso triunfante das almas em chamas,
Que a meia-noite de Samhain se ressoe
Uma nova chama de guerra se acenda.