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Senhora Equivocada

Valentín Elizalde

Senora Equivocada

Señora si a usted le importa
tanto su nombre en la sociedad
por ke no se busca un hombre
ke le de eso y me deja en paz
yo no tengo mas ke darle
y sin ponerle una condicion
de mi alma le abri las puertas
y enamorado di el corazon

Señora se ha ekivocado
pues yo no tengo mas ke ofrecer
tan solo un puño de besos
y a sus pies los vine a poner
no hago lo ke yo kiero
y del dinero no soy el rey
no tengo a mis pies el mundo
y le aseguro no lo tendre.

Asi ke señora mia
me voy a ir ya no me vera
le dejo el camino libre
para ke haga su voluntad
pa' nada yo le hago falta
nomas la estorbo y no esta bien
perdoneme las molestias
con su permiso
y disculpe usted.

Señora se ha ekivocado
pues yo no tengo mas ke ofrecer
tan solo un puño de besos
y a sus pies los vine a poner
no hago lo ke yo kiero
y del dinero no soy el rey
no tengo a mis pies el mundo
y le aseguro no lo tendre.

Asi ke señora mia
me voy a ir ya no me vera
le dejo el camino libre
para ke haga su voluntad
pa' nada yo le hago falta
nomas la estorbo y no esta bien
perdoneme las molestias
con su permiso
y disculpe usted.

Senhora Equivocada

Senhora, se a senhora se importa
Tanto com seu nome na sociedade
Por que não busca um homem
Que lhe dê isso e me deixe em paz?
Eu não tenho mais o que oferecer
E sem colocar uma condição
Do fundo da minha alma, abri as portas
E apaixonado, entreguei meu coração.

Senhora, a senhora se enganou
Pois eu não tenho mais o que oferecer
Apenas um punhado de beijos
E aos seus pés eu vim colocar.
Não faço o que eu quero
E do dinheiro não sou o rei
Não tenho o mundo aos meus pés
E lhe asseguro que não terei.

Então, senhora minha
Vou embora, não me verá mais
Deixo o caminho livre
Para que faça sua vontade.
Para nada eu sou necessário
Só a atrapalho e isso não está certo
Perdoe-me pelas inconveniências
Com sua licença
E me desculpe, por favor.

Senhora, a senhora se enganou
Pois eu não tenho mais o que oferecer
Apenas um punhado de beijos
E aos seus pés eu vim colocar.
Não faço o que eu quero
E do dinheiro não sou o rei
Não tenho o mundo aos meus pés
E lhe asseguro que não terei.

Então, senhora minha
Vou embora, não me verá mais
Deixo o caminho livre
Para que faça sua vontade.
Para nada eu sou necessário
Só a atrapalho e isso não está certo
Perdoe-me pelas inconveniências
Com sua licença
E me desculpe, por favor.

Composição: Miguel A. Noriega