Sangre Por Perdon
No mentirás, ni levantarás falsos testimonios
Mi cuerpo han condenado
Me ha incriminado la devota religión
Por haber cometido el supuesto pecado
De jamás aceptar a su Dios
El amor a juzgar y mi alma ensuciar
Sé que mi cuello temes cortar
Placer delirante, sucio animal
En el infierno hay menos maldad
No me importa conocer el sabor
De mi propia sangre
En la muerte encuentro menos dolor
Ser Intolerante
¿Qué te dio el derecho de alardear?
¿Que yo estoy loco y tú no lo estás?
¿Que yo soy raro y tú eres normal?
¿Que tú eres el bien y yo soy el mal?
¿Piensas acaso enjuiciarme?
¿Y presumir perdón total?
Puedo maldecir, más no rezar
Codicia ajena a mi voluntad
No me importa conocer el sabor
De mi propia sangre
En la muerte encuentro menos dolor
Ser Intolerante
Podrán calcinar mi piel, pero no enjaularán mi alma
¡Jamás seré gregario de una religión que invoca a un Dios de tan duras entrañas!
¡Que no fue capaz de perdonar ni a su propio hijo!
Me acusas de satanista sin saber de las raíces de tu propia Fe
Demando: ¡Trágate tus mentiras!
¡Vulgo Profano! Inhumano ser
No me importa conocer el sabor
De mi propia sangre
En la muerte encuentro menos dolor
Ser Intolerante
Has confundido el rezar con juzgar
En sueños delirantes
Fiel Infame, sed de sangre saciad
De la masacre amante
Omnia mecum porto
Memento Mori
Odi profanum vulgus et Arceo
Sangue Por Perdão
Não mentirás, nem levantarás falsos testemunhos
Meu corpo foi condenado
A devota religião me incriminou
Por ter cometido o suposto pecado
De nunca aceitar seu Deus
O amor a julgar e minha alma sujar
Sei que teme cortar meu pescoço
Prazer delirante, animal sujo
No inferno há menos maldade
Não me importa conhecer o sabor
Da minha própria sangue
Na morte encontro menos dor
Ser Intolerante
Que direito você tem de se gabar?
Que eu estou louco e você não está?
Que eu sou estranho e você é normal?
Que você é o bem e eu sou o mal?
Você acha que pode me julgar?
E se achar que pode me perdoar?
Posso amaldiçoar, mas não rezar
Ganância alheia à minha vontade
Não me importa conhecer o sabor
Da minha própria sangue
Na morte encontro menos dor
Ser Intolerante
Podem queimar minha pele, mas não vão aprisionar minha alma
Jamais serei seguidor de uma religião que invoca um Deus de tão duras entranhas!
Que não foi capaz de perdoar nem seu próprio filho!
Me acusa de satanista sem saber das raízes da sua própria Fé
Exijo: engula suas mentiras!
Vulgo Profano! Ser inumano
Não me importa conhecer o sabor
Da minha própria sangue
Na morte encontro menos dor
Ser Intolerante
Você confundiu rezar com julgar
Em sonhos delirantes
Fiel Infame, sede de sangue saciada
Da amante da massacre
Omnia mecum porto
Memento Mori
Odi profanum vulgus et Arceo
Composição: Alfredo Villarreal