Necropolis
What's left of humanity around me?
Everything is consumed by this insanity
A prisoner to myself, in shadows I stay
No dreams embrace my restless, pained dismay
What's left for me in this desolate sphere?
Where prayers fall on deaf ears?
I can't die, can't live, can't go, can't stay
I am alone, waiting for my time to end
There's no way out. There's nothing left for me
I’ve nothing to lose. I’ve nothing to win
Isolated within, my own forlorn decree
Stripped of humanity
(A ghostly figure among the society
Stripped of humanity
A ghostly figure among the society)
What's left for me in this desolate sphere?
Where prayers fall on deaf ears?
I can't die, can't live, can't go, can't stay
I am alone, waiting for my time to end
What remains in this desolate domain?
Necropolis
Where my cries echo, but don't relieves pain
Necropolis
Only reflections of this haunting bane
Necropolis
O que sobrou da humanidade ao meu redor?
Tudo é consumido por essa insanidade
Prisioneiro de mim mesmo, nas sombras eu fico
Nenhum sonho abraça meu desassossego, minha dor
O que me resta nesse espaço desolado?
Onde orações caem em ouvidos surdos?
Não posso morrer, não posso viver, não posso ir, não posso ficar
Estou sozinho, esperando meu tempo acabar
Não há saída. Não resta nada pra mim
Não tenho nada a perder. Não tenho nada a ganhar
Isolado por dentro, meu próprio decreto triste
Despojado de humanidade
(Uma figura fantasmagórica na sociedade
Despojado de humanidade
Uma figura fantasmagórica na sociedade)
O que me resta nesse espaço desolado?
Onde orações caem em ouvidos surdos?
Não posso morrer, não posso viver, não posso ir, não posso ficar
Estou sozinho, esperando meu tempo acabar
O que resta nesse domínio desolado?
Necropolis
Onde meus gritos ecoam, mas não aliviam a dor
Necropolis
Apenas reflexos dessa maldição assombrosa
Composição: Glauber Barreto / Rodrigo Torres