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Dinamite

Vanesa Martín

Dinamita

Las cosas que te pasan
Las tardes y su ausencia
Lo que no sabe a nada

Maldita coincidencia
Tal vez no sea el momento
Pero colisionamos
Qué lío siento adentro

Me mandarás mensajes
La historia se convierte
En un tren de aterrizaje
Verás como regreso
Ligera de equipaje

¿Qué pasará mañana?
No sé qué tiempo hace

Dinamita
Tu cuerpo si te pones detrás
Espejo que me empaña al mirar
El resto de la lumbre
Tu corazón de cumbre
Tu boca que me muerde y se va

Te pido que no sueltes, amor
Las dudas y glorias al colchón
Y cuando me despierte
Me bailas lentamente, qué bien
Que así sudemos el ron

Directos a la nada
A nuestro funeral tal vez
Le sobren carcajadas
Sabiendo que te quise
Sin tener coartada
Porque para adelante
También sé dar patadas

Me mandarás mensajes
La historia se convierte
En un tren de aterrizaje
Verás como regreso
Ligera de equipaje

¿Qué pasará mañana?
No sé qué tiempo hace

Dinamita
Tu cuerpo si te pones detrás
Espejo que me empaña al mirar
El resto de la lumbre
Tu corazón de cumbre
Tu boca que me muerde y se va

Te pido que no sueltes, amor
Las dudas y glorias al colchón
Y cuando me despierte
Me bailas lentamente, qué bien
Que así sudemos el ron

Que así sudemos el ron
Qué bien, que así sudemos el ron
Qué bien, qué bien

Tu boca que se viene y se va
Cuando te acercas
Tu boca que me viene y me va
Cuando me tienes
Espejo que se empaña al mirarme
Locura que desato al pasar

Dinamita
Tu cuerpo si te pones detrás
Espejo que me empaña al mirar
El resto de la lumbre
Tu corazón de cumbre
Tu boca que me muerde y se va

Te pido que no sueltes, amor
Las dudas y glorias al colchón
Y cuando me despierte
Me bailas lentamente, qué bien
Que así sudemos el ron

Dinamite

As coisas que te acontecem
As tardes e sua ausência
O que não tem sabor nenhum

Maldita coincidência
Talvez não seja o momento
Mas colidimos
Que confusão sinto por dentro

Você vai me mandar mensagens
A história se transforma
Em um trem de pouso
Você vai ver como eu volto
Leve de bagagem

O que vai acontecer amanhã?
Não sei que tempo faz

Dinamite
Seu corpo se você ficar atrás
Espelho que embaça ao olhar
O resto da chama
Seu coração de montanha
Sua boca que me morde e vai embora

Te peço para não soltar, amor
As dúvidas e glórias no colchão
E quando eu acordar
Você dança pra mim devagar, que bom
Assim a gente sua o rum

Direto para o nada
Para nosso funeral talvez
Riam à vontade
Sabendo que eu te amei
Sem ter desculpa
Porque pra frente
Eu também sei dar chutes

Você vai me mandar mensagens
A história se transforma
Em um trem de pouso
Você vai ver como eu volto
Leve de bagagem

O que vai acontecer amanhã?
Não sei que tempo faz

Dinamite
Seu corpo se você ficar atrás
Espelho que embaça ao olhar
O resto da chama
Seu coração de montanha
Sua boca que me morde e vai embora

Te peço para não soltar, amor
As dúvidas e glórias no colchão
E quando eu acordar
Você dança pra mim devagar, que bom
Assim a gente sua o rum

Assim a gente sua o rum
Que bom, assim a gente sua o rum
Que bom, que bom

Sua boca que vem e vai
Quando você se aproxima
Sua boca que vem e vai
Quando você me tem
Espelho que embaça ao me olhar
Loucura que eu solto ao passar

Dinamite
Seu corpo se você ficar atrás
Espelho que embaça ao olhar
O resto da chama
Seu coração de montanha
Sua boca que me morde e vai embora

Te peço para não soltar, amor
As dúvidas e glórias no colchão
E quando eu acordar
Você dança pra mim devagar, que bom
Assim a gente sua o rum

Composição: Vanesa Martín