Pareidolia
Cifran, conspiran, acechan, vigilan
En los pasillos oscuros y de un vitral
Que sus calados son ojos anclados
Su geometría maldita recuerdan aquel que
Todo puede ver
Citas mentiras, mentiras tú cifras
Cuánto he de creer
Puedo ver el borde
Acercándome al abismo
Es una ilusión (cuántas mentiras hay a plena vista en)
Es una ilusión (tus primitivos sentidos confías)
Nada puedes ver
Nada puedes ver
Nada puedes ver
Nada puedes ver
Un, dos, tres, un, dos, tres, vamos despierta
Todo puede ver
Citas mentiras, mentiras suspiras
Cuánto he de creer
Un, dos, tres, un, dos, tres, estate alerta
Todo puede ver
Cuántas mentiras hay a plena vista
Cuánto he de creer
Pareidolia
Cifran, conspiram, espreitam, vigiam
Nos corredores escuros e de um vitral
Que seus recortes são olhos ancorados
Sua geometria maldita lembra aquele que
Tudo pode ver
Citas mentiras, mentiras tu cifras
Quanto eu devo acreditar
Posso ver a borda
Me aproximando do abismo
É uma ilusão (quantas mentiras estão à vista em)
É uma ilusão (teus sentidos primitivos confias)
Nada você pode ver
Nada você pode ver
Nada você pode ver
Nada você pode ver
Um, dois, três, um, dois, três, vamos acordar
Tudo pode ver
Citas mentiras, mentiras suspiras
Quanto eu devo acreditar
Um, dois, três, um, dois, três, fique alerta
Tudo pode ver
Quantas mentiras estão à vista
Quanto eu devo acreditar
Composição: Luis Vangrieken