N.U.M.B. (Neutralize Under Maternal Bond)
Waking to the static of your ceaseless misery
Burning parades of cruelty in my eyes
Bleak display within a despairing sea
Splintering senses
Don't look away
There’s so much more to show you
Arms heavy with the weight of defilement
Lower their dangling forms
Down to the deepest cracks
Of an uncaring shattered world
Be commanded
Or abandoned
Cry, vomiting your lies beheld
Be commanded
Waking to the static of your ceaseless misery
Burning parades of cruelty in my eyes
Another day without end
Deathless
So pitiful, it seems
To watch your lives, like neoprene
Ill-stitched into my hands
You fray so quickly in the flame
What beautiful, destructive things
How quickly you decline
Ignorant and full of bliss
So numb to the divine
In a chasm on the edge of your collective self
Lost in the death of sleep
I am the observer of all your kind
Praying for a new beginning
Uncertain that I remember the difference between sleep and waking
Dying and then returning
Agony, the immortal rhapsody
Now let me in
N.U.M.B. (Neutralize Under Maternal Bond)
Acordando com o estático da sua miséria sem fim
Desfiles ardentes de crueldade nos meus olhos
Exibição sombria em um mar desesperador
Sentidos estilhaçados
Não desvie o olhar
Tem tanto mais pra te mostrar
Braços pesados com o peso da profanação
Baixam suas formas pendentes
Até as fendas mais profundas
De um mundo despedaçado e indiferente
Seja comandado
Ou abandonado
Grite, vomitando suas mentiras vistas
Seja comandado
Acordando com o estático da sua miséria sem fim
Desfiles ardentes de crueldade nos meus olhos
Mais um dia sem fim
Imortal
Tão patético, parece
Assistir suas vidas, como neoprene
Mal costuradas nas minhas mãos
Vocês se desfazem tão rápido na chama
Que coisas lindas e destrutivas
Como vocês declinam rapidamente
Ignorantes e cheios de felicidade
Tão insensíveis ao divino
Em um abismo na borda do seu eu coletivo
Perdido na morte do sono
Eu sou o observador de toda a sua espécie
Orando por um novo começo
Inseguro se lembro a diferença entre sono e vigília
Morrendo e então retornando
Agonia, a rapsódia imortal
Agora me deixe entrar