Dehumanized
Reborn in negation I tread on the crosses
Symbols of the past, inheritance of the nations
I entrust the scepter to hierarchy power
With disappearing limits of identity
Molded by the system I rely upon submission
Invaluableness of life, universality of evil
I become a perfect extermination machinery
With its hourglass full of innocent souls
Constrained by hunger I escape into meanness
Layers of ruthlessness, shield of egoism
I reduce the human to physiognomy
With my rejected heart dried to dust
Beguiled by hope I disown humanity
Elements of heroism, spirit of resistance
I impose the rules on accomplice victims
With destiny tattooed on their forearms
Addicted to terror I dry my tears
Bastions of compassion, hosts of weaknesses
I create a world of reversed Decalogue
With its numbers across the black sky
Desumanizado
Renascido na negação Eu pisei nas cruzes
Símbolos do passado, herança das nações
Eu confio o cetro ao poder da hierarquia
Com desaparecendo limites de identidade
Moldado pelo sistema eu confio em submissão
Invaluableness da vida, universalidade do mal
Eu me torno um maquinário de extermínio perfeito
Com sua ampulheta cheia de almas inocentes
Constrangido pela fome eu escapei em maldade
Camadas de crueldade, escudo do egoísmo
Eu reduzo o humano à fisionomia
Com meu coração rejeitado seco a pó
Seduzido pela esperança eu renego a humanidade
Elementos de heroísmo, espírito de resistência
Eu imponho as regras sobre vítimas cúmplices
Com o destino tatuado em seus antebraços
Viciado em terror eu seco minhas lágrimas
Bastiões de compaixão, hostes de fraquezas
Eu crio um mundo de Decalogue invertido
Com seus números no céu negro