Risen Of The Moor
the ages scorn those of ebon slumber beneath scattered mounds across the moors
shattered legacies of the fallen - voices silent, yet not unheard
hanging still in the evening mist their whispers linger
resounding echoes of the past poised to awaken the spirits of the true
with the chilling gaze through panes of black grasping for any sense of being
a rapture of maddening clarity - the ancestral seed begins to bloom
soil churns - awakening - rising through the decay
eyes open to behold the silhouettes upon the moor
clutch firm the spear passed unto us, with their wisdom we march to war
the noose is tied and waiting for long due sacrifice
let it be known despite the turmoil that never shall we be one...
robbed of essence are those to hang from our father's oaken arms
in assurance that all once died for is never left to the worms...
Ressurgir do Brejo
as eras desprezam aqueles que dormem em sono profundo sob montes espalhados pelos brejos
legados despedaçados dos caídos - vozes silenciosas, mas não inaudíveis
penduradas ainda na névoa da noite, seus sussurros persistem
ecos ressonantes do passado prontos para despertar os espíritos dos verdadeiros
com o olhar gélido através de vidros escuros, buscando qualquer sentido de existência
um êxtase de clareza enlouquecedora - a semente ancestral começa a florescer
terra se agita - despertando - erguendo-se através da decadência
ao abrir os olhos, contemplamos as silhuetas sobre o brejo
seguramos firme a lança que nos foi passada, com sua sabedoria marchamos para a guerra
a corda está amarrada e esperando pelo sacrifício que já era devido
que fique claro, apesar da turbulência, que nunca seremos um...
despojados de essência estão aqueles que hão de pendurar-se nos braços de carvalho de nosso pai
na certeza de que tudo pelo que um dia se lutou nunca será deixado para os vermes...