Abnegation
a grayish torch turns the way
to you and your ways
and I pull my hand through clouds
pull the moister down on me
down on you
tears of ice and snow
I'm buried by your storm
fill the cup with blood and wine
over me it is pored this time
return to fogging windows
gapes a hole deep in the road
elegant bastards run the roof tops
town falls, fire burns the walls
a fat head lies in the gutter
below me rises worms laughter
open wounds bleeds your tongue
ultra-violet rays from the sun
turn you down to mud again
winters snows come
hills appear between you and me
atop the sky I'm torn down by you
time to go away
one torn in two
numbers off the board
call the souls of war
enough strength to fall away
widdowes learning fright
willows burning in the night
arrows carved into me
soul food for the hounds
abnegation ran from here
narrow is the road
decrements to a path of prayers
leave my bloody body
eternally here for deaths hands
around the fire you're running 'round
violent love makes no sound
ever more burning away
what has been is no more
heaven opens again to me
accompanist comes forth
tape worm burrows out
illusions disappearing
sight is once more mine
abacus on two
leaving me without you
octopus wraps tentacles 'round me
nevermore to turn around without finding that
electric hearts light the sky away
Abnegação
uma tocha acinzentada ilumina o caminho
até você e seus jeitos
e eu passo a mão pelas nuvens
trago a umidade pra mim
pra você
lágrimas de gelo e neve
estou enterrado pela sua tempestade
enche o copo com sangue e vinho
sobre mim é derramado desta vez
volto para janelas embaçadas
abre um buraco profundo na estrada
bastardos elegantes correm pelos telhados
a cidade cai, o fogo queima as paredes
uma cabeça gorda jaz na sarjeta
abaixo de mim risadas de vermes
feridas abertas sangram sua língua
raios ultra-violetas do sol
te transformam em lama de novo
as neves do inverno vêm
colinas aparecem entre você e eu
no alto do céu eu sou despedaçado por você
hora de ir embora
um rasgado em dois
números fora do tabuleiro
chame as almas da guerra
força suficiente para cair fora
viúvas aprendendo o medo
salgueiros queimando na noite
setas esculpidas em mim
comida para a alma dos cães
abnegação fugiu daqui
estreita é a estrada
diminui para um caminho de orações
deixe meu corpo ensanguentado
eternamente aqui para as mãos da morte
ao redor do fogo você corre em círculos
amor violento não faz barulho
cada vez mais queimando
o que foi não é mais
o céu se abre de novo pra mim
acompanhante se apresenta
verme da fita sai de dentro
ilusões desaparecendo
a visão é mais uma vez minha
ábaco em dois
deixando-me sem você
polvo envolve tentáculos em mim
nunca mais voltar sem encontrar isso
corações elétricos iluminam o céu.