Rage Of Reason
Thoughts once enshrined
And visions entwined
Around each step that I take
I challenge thee!
It takes a time to see from the other side
Of the looking glass
Fearless
Reflections contorted
Crippled age of reason
A play of blind
With no spectators
Dominion of hope
Is what feeds dissolution
Of this life you've been given
These are the product of those ill-mated marriages thou saw'st
Where good with evil were matched, who of themselves abhor to join
And by imprudence mixed
Produce prodigious births of body and mind
Reflections contorted
Crippled age of reason
A play of blind
With no spectators
Dominion of hope
Is what feeds dissolution
Of this life you've been given
Ye who preach
Who proclaim the sermons
Of the ones not fallen from grace
And disorder of light that you belong to
Don't you dare
Don't you dare to touch me!
Awe!
Can't you see you're all pregnant
With infernal flame?!
Awe!
Why don't you all believe
You've been deceived about your disgrace
Awe!
There is much more to see if you deny your profound fears
Don't look for solace
Angels are envious of what you have
Reflections contorted
Stir up the rage of reason
A play of blind fools
Spectators on their knees
Dominion of hope
Is what feeds dissolution
Of this life you've been given
Don't you dare
Don't you dare to touch me!
Gather back sharp splinters of your resemblance
And now, what would you go for?
To flash once and burn down
Or to stay inflamed without the end
Fúria da Razão
Pensamentos antes sagrados
E visões entrelaçadas
Em cada passo que dou
Eu te desafio!
Demora pra ver do outro lado
Do espelho
Sem medo
Reflexões distorcidas
Idade da razão debilitada
Um teatro de cegos
Sem espectadores
Domínio da esperança
É o que alimenta a dissolução
Desta vida que te foi dada
Esses são os produtos daqueles casamentos malditos que você viu
Onde o bem e o mal se encontraram, que por si mesmos abominam se unir
E pela imprudência misturados
Produzem nascimentos prodigiosos de corpo e mente
Reflexões distorcidas
Idade da razão debilitada
Um teatro de cegos
Sem espectadores
Domínio da esperança
É o que alimenta a dissolução
Desta vida que te foi dada
Vocês que pregam
Que proclamam os sermões
Dos que não caíram da graça
E a desordem da luz à qual vocês pertencem
Não ouse
Não ouse me tocar!
Uau!
Não conseguem ver que estão todos grávidos
Com chamas infernais?!
Uau!
Por que vocês não acreditam
Que foram enganados sobre sua desgraça
Uau!
Há muito mais a ver se vocês negarem seus medos profundos
Não procurem consolo
Os anjos têm inveja do que vocês têm
Reflexões distorcidas
Agitam a fúria da razão
Um teatro de tolos cegos
Espectadores de joelhos
Domínio da esperança
É o que alimenta a dissolução
Desta vida que te foi dada
Não ouse
Não ouse me tocar!
Reúnam de volta os cacos afiados da sua semelhança
E agora, pelo que vocês iriam lutar?
Para brilhar uma vez e queimar tudo
Ou para permanecer inflamados sem fim