Twilight of Azrael
hithern lavenderous sea beyond anseptious horizon
throughout entities wrought in skyclad muse
scouring upon pulse there within they prose
as storm begets calm clavering in unison
sunthrone emerge nothingness dogma astound
brethren atone interfangled dwellings
caverns ashone eminence in gracefulness yet graceless
beyond evereve astride restless emptiness
fulfillment provides azure infinence
streams all together upon golden wonder yet wonderless
adorn from all to possess unkown equate
as within emptiness none is known
alignment becomes that of intermingled shores
precipitous embarkment encrested by stone
furthern is seen thy magma rupture
forever an uplifted moniker symblance
fallen pantheonian emnants endure
upward a collage exalted by thine
downfall brings on onlasting flow
creating lifespring as one of entity
fate is a sea without shores
and they soul is a stone that abides
they heart is vexed with thy roars
and they face with the surf of the tides
twilight of azrael
showeth upon lost shores
montress afar sanctum
cast thee forth beckoning
engraved in nightfall
sculptured amongst they brow
illuminous essence beheld
of they twilight of azrael
enchated from they crestthrone shone afar
catacombs find oblivions trance
endless thoughts of ancient's mind
nevermore being the unkown sign
beyond the furthest seawall
lying between the remote sea gates
mighty wave crashes left nothing but ashes
foreboding clouds ensure of they fate
so massive with deepening sides
clad about the sea as with wings
storms abount sorrow yielding no morrow
impelled tides revealing no springs
Crepúsculo de Azrael
mar lavanda além de um horizonte ansioso
por entidades moldadas em musa despida
vasculhando sobre o pulso lá dentro eles prosa
como a tempestade gera calma, unindo-se em uníssono
trono do sol emerge do nada, dogma impressionante
irmãos se redimem em moradias entrelaçadas
cavernas ecoam a eminência em graça, mas sem graça
além do sempre, montados na inquieta solidão
o cumprimento traz a infinidade azul
fluxos todos juntos sobre a maravilha dourada, mas sem maravilha
adornando de tudo para possuir o desconhecido
como dentro do vazio, nada é conhecido
o alinhamento torna-se o de praias entrelaçadas
embarque precipitado coroado por pedra
mais adiante se vê a ruptura do magma
para sempre um símbolo elevado
restos de um panteão caído perduram
para cima, um colagem exaltada por ti
a queda traz um fluxo duradouro
criando a fonte da vida como uma entidade
o destino é um mar sem praias
e a alma é uma pedra que permanece
e o coração está atormentado com os rugidos
e o rosto com a espuma das marés
crepúsculo de azrael
se mostra em praias perdidas
monte distante santuário
lançando-te adiante, chamando
gravado no cair da noite
esculturado entre a tua testa
essência iluminosa contemplada
do teu crepúsculo de azrael
encantado do trono de crista que brilha longe
catacumbas encontram o transe do esquecimento
pensamentos sem fim da mente antiga
nunca mais sendo o sinal desconhecido
além da muralha do mar mais distante
deitado entre os portões remotos do mar
onda poderosa quebra, deixando nada além de cinzas
nuvens ameaçadoras garantem o teu destino
tão massivo com lados profundos
vestido sobre o mar como com asas
tempestades cercam a tristeza, não trazendo amanhã
marés impelidas revelando nenhuma fonte