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Pária

Vicious Crusade

Pariah

With dismay you meet the rising dawn,
Tired of the endless roam,
You've lost your way and there is no return
To the place you long ago called home.
With a burnt out soul and broken will,
After years of pain you've suffered through,
With every freedom-loving breath they'd kill,
There's nothing left of the real you

[CHORUS:]
Blind to your pain, deaf to all the words you say,
Never even cared to take you as you are,
Crippling your life, treated you like nasty stray,
Refused to be their slave, you're labeled pariah.

Life has past, and all is gone,
And bleeding mind no longer cares,
And only labeled heart and crown of thorns
Still bring you back in your nightmares...

[CHORUS:]
Living in the hell they proudly call society,
Burning with the hate they've sown in your heart,
Trying to retain your life grain of sanity,
Which let you be your self which stamps you pariah.

I've got no heart, I've got no thoughts, I've got no face,
I suffocate, I can't tear out from your embrace,
And day by day, through all my life I obey your will,
I'm just the one among the crowd you slowly kill.

[CHORUS.]

Pária

Com desânimo você encontra a aurora que surge,
Cansado da jornada sem fim,
Você se perdeu e não há como voltar
Para o lugar que há muito chamou de lar.
Com uma alma queimada e vontade quebrada,
Depois de anos de dor que você suportou,
Com cada respiração que ama a liberdade, eles matariam,
Não resta nada do verdadeiro você.

[REFRÃO:]
Cego para sua dor, surdo a todas as palavras que você diz,
Nunca se importaram em te aceitar como você é,
Paralisando sua vida, te trataram como um vira-lata,
Recusou ser escravo deles, você é rotulado como pária.

A vida passou, e tudo se foi,
E a mente sangrando já não se importa,
E apenas o coração rotulado e a coroa de espinhos
Ainda te trazem de volta em seus pesadelos...

[REFRÃO:]
Vivendo no inferno que eles orgulhosamente chamam de sociedade,
Ardendo com o ódio que semearam em seu coração,
Tentando manter um grão de sanidade na sua vida,
Que te deixa ser você mesmo, que te rotula como pária.

Eu não tenho coração, não tenho pensamentos, não tenho rosto,
Eu sufoco, não consigo me libertar do seu abraço,
E dia após dia, por toda a minha vida eu obedeço sua vontade,
Sou apenas um entre a multidão que você lentamente mata.

[REFRÃO.]

Composição: