395px

A noite é tão desumana

Victor Heredia

La noche es tan inhumana

La noche es tan inhumana

No, no salgas, llueve aún
espera un poco más
que aquí está tan azul
Ven, no vayas a dejar
que otoñe sin tu voz
mi torpe corazón.
La noche es tan inhumana
si no estás,
Un ave en viaje al crepúsculo que va
poco a poco a la muerte amiga, si te vas.
Ven, madura junto a mí
la vida es como el mar
un devaneo gris.
Tu desierto sombra en paz
poema donde voy
sembrando lo que soy.
La noche es tan inhumana
si no estás.
Un ave en viaje al crepúsculo que va
poco a poco a la muerte amiga, si te vas.

A noite é tão desumana

A noite é tão desumana

Não, não sai, ainda tá chovendo
espera só mais um pouco
que aqui tá tão azul
Vem, não deixa pra lá
que o outono vai chegar
sem a sua voz.
A noite é tão desumana
se você não tá,
Uma ave viajando pro crepúsculo que vai
pouco a pouco pra morte amiga, se você for.
Vem, amadurece comigo
a vida é como o mar
um devaneio cinza.
Sua sombra no deserto em paz
poema onde vou
semeando o que sou.
A noite é tão desumana
se você não tá.
Uma ave viajando pro crepúsculo que vai
pouco a pouco pra morte amiga, se você for.

Composição: