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Crianças de Plástico

Victor Heredia

Niños de plástico

Niños de plástico

Niños de plástico
juegan erráticos
sueños para vivir,
y en un errático
vagabundeo
se vuelven a consumir,
en el estático
mundo simpático
que les dan a elegir.
Mienten, mienten,
qué forma de mentir.
No es el mundo que quiero
ni el cielo que espero
no puedo vivir así.
En "sachets" de colores
nos venden "amores"
y todos decimos: SI.
Mienten, mienten,
qué forma de mentir .
Mienten, mienten,
qué forma de mentir.

Crianças de Plástico

Crianças de plástico

Crianças de plástico
brincam sem rumo
sonhos pra viver,
e em um vagabundeio
sem destino
se consomem outra vez,
em um mundo estático
simpático
que eles têm pra escolher.
Mentem, mentem,
que jeito de mentir.
Não é o mundo que eu quero
nem o céu que eu espero
não dá pra viver assim.
Em 'sachets' coloridos
nos vendem 'amores'
e todos dizem: SIM.
Mentem, mentem,
que jeito de mentir.
Mentem, mentem,
que jeito de mentir.

Composição: