Techo de tejas rojas
Techo de tejas rojas
Techo de tejas rojas
donde mi juventud
gastó sus viejas botas
desde tu cielo
mirando al sur.
Caballo de mis penas
de cal y arena
será tu cruz.
Techo de tejas rojas
horizonte de paz
donde la lluvia moja
con gusto a trigo
y a rubio pan.
Quiero volar tu alero
cielo primero
junto al pinar.
Y desandar volando
toda mi vida y mi ser
aquel vigía lombardo
y en tu horizonte
permanecer.
Que mi paloma herida
ya no puede seguir
que se le va la vida
y entre tus tejas quiere morir.
Techo de tejas rojas
ardiente rosa
del cielo azul.
Cobíjame en tu alero
fiel compañero
bajo tu luz.
Telhado de Telhas Vermelhas
Telhado de telhas vermelhas
Telhado de telhas vermelhas
onde minha juventude
gastou suas botas velhas
sob seu céu
olhando pro sul.
Cavalo das minhas penas
de cal e areia
será sua cruz.
Telhado de telhas vermelhas
horizonte de paz
onde a chuva molha
com gosto de trigo
e de pão dourado.
Quero voar sob seu beiral
céu primeiro
junto ao pinhal.
E desandar voando
toda minha vida e meu ser
aquele vigia lombardo
e em seu horizonte
permanecer.
Que minha pomba ferida
já não pode seguir
que a vida se esvai
e entre suas telhas quer morrer.
Telhado de telhas vermelhas
ardente rosa
do céu azul.
Acolhe-me sob seu beiral
fiel companheiro
sob sua luz.