Millennium Plague
A new sphere of emptiness roars
Beyond your spectre of fulfilment.
All the lies you taste don't succumb
Behind the sand of enthralment.
Your mind looses gravity again
'cause the last nightmare you can't hide
Brains left to squeeze
At the smell of upcoming suicide...
[Chorus:]
Evolution, strangled course.
Magniloquent sin - accept to be.
No form, no shape.
Symbol of a millennium plague
A cerebral disguise ruled
By a one-dimensional sun.
Forced to live since the dawn
Of those who use to run.
Ecstatic liberty just to hide...
Malevolence withers away.
Pathetic shelter back from where
You can live the lie of another day.
[Chorus]
Dissect my freedom with your moral chains,
Spit on my choice for there's no way out to see.
Infect my word 'cause your pain is my light,
Raising my flag of sin is how I make you die...
Burning high at the stake of humanity;
Enchant your victim with a blind reality;
To exalt my own nature is to bleed in depravity;
To die with my thoughts is brainless insanity.
Creeping on truth, never ask
For identity has to twist.
In the name of the holy masque
And of the sacred deceit...
A blinded past
Is what I receive.
Praga do Milênio
Uma nova esfera de vazio ruge
Além do seu espectro de realização.
Todas as mentiras que você prova não sucumbem
Atrás da areia do encantamento.
Sua mente perde a gravidade de novo
Porque o último pesadelo que você não pode esconder
Cérebros deixados para espremer
Com o cheiro do suicídio que se aproxima...
[Refrão:]
Evolução, curso estrangulado.
Pecado magnânimo - aceite ser.
Sem forma, sem contorno.
Símbolo de uma praga milenar.
Uma disfarce cerebral governada
Por um sol unidimensional.
Forçado a viver desde a aurora
Daqueles que costumavam correr.
Liberdade extática só para se esconder...
A malevolência murcha.
Abrigo patético de onde
Você pode viver a mentira de mais um dia.
[Refrão]
Disseque minha liberdade com suas correntes morais,
Cuspindo na minha escolha, pois não há saída para ver.
Infecte minha palavra porque sua dor é minha luz,
Erguer minha bandeira de pecado é como eu te faço morrer...
Queimando alto na fogueira da humanidade;
Encante sua vítima com uma realidade cega;
Exaltar minha própria natureza é sangrar na depravação;
Morrer com meus pensamentos é uma insanidade sem cérebro.
Rastejando na verdade, nunca pergunte
Pois a identidade tem que se torcer.
Em nome da máscara sagrada
E da enganação sagrada...
Um passado cego
É o que eu recebo.