Nothingod Manifest (The Crawling Race)
Put a man on the edge of time
He just looks like full of all things to come...
Put him in front of the highest question
Definitive answer is untamed instinct.
Take a further step
Towards the beginning
Cannot see the end for pain
And pleasure are knowledge.
A livid moment of universal panic
Has the smell of eternal frenzy.
Spellbound by blindness
Man murder technology
Is the ultimate saint
The only place where the stench of humanity can't rest
Is a mother's womb pregnant of a new age.
Final curtain left is man's damnation manifest
Circuits of time have (been) made bleed - tied to a nothingod machine
Consumed...deprived...by a forthcoming ecstasy
Refused...by hatred...will extract the moral to thee
Finally blinded by the acid rain the sky will weep
Cio' che ci delinea ai confini dell'era volgare
È l'orgoglio di una razza il cui (fattore) umano
Non vuol dimenticare...
Lo sconforto nella ragione
Non smettera' di guidarci
Dove la constatazione nell'oblio
Rimane l'unico lume a confortarci.
Embraced by time course,
A violent degrading turn.
Sleep through mortality,
Swallowed by the era of infamy.
Creeping towards the safest place
Last century engulfs the crawling race
Manifesto do Nada (A Raça Rastejante)
Coloque um homem na beira do tempo
Ele parece cheio de tudo que está por vir...
Coloque-o diante da maior pergunta
A resposta definitiva é um instinto indomado.
Dê um passo a mais
Em direção ao começo
Não consegue ver o fim pela dor
E prazer são conhecimento.
Um momento lívido de pânico universal
Tem o cheiro de uma fúria eterna.
Hipnotizado pela cegueira
O homem assassina a tecnologia
É o santo supremo.
O único lugar onde o fedor da humanidade não pode descansar
É o útero de uma mãe grávida de uma nova era.
A cortina final que resta é a condenação do homem manifestada
Os circuitos do tempo foram feitos sangrar - amarrados a uma máquina do nada.
Consumido... privado... por uma euforia que se aproxima
Recusado... pelo ódio... extrairá a moral para ti
Finalmente cegos pela chuva ácida, o céu vai chorar.
Aquilo que nos delineia nos limites da era vulgar
É o orgulho de uma raça cujo (fator) humano
Não quer esquecer...
O desânimo na razão
Não deixará de nos guiar
Onde a constatação no esquecimento
Permanece a única luz a nos confortar.
Abraçados pelo curso do tempo,
Uma virada violenta e degradante.
Durma através da mortalidade,
Engolidos pela era da infâmia.
Rastejando em direção ao lugar mais seguro
O último século engole a raça rastejante.