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É Tudo Igual

Viikate

On aivan sama

On aivan sama, minne kuljet ratsumies.
On aivan sama, missä päättyy elonties.
Kuihtuu kauneimmatkin ruusut, henkii syksy kuolemaa.
Yö kerran kulkijalle levon lahjoittaa.

On hurma viininkin vain unta häipyvää.
Ja laulu kaunehinkin hetken helkähtää.
Tunnuslauseenasi turhuuksien turhuus olkohon
Ja mailla tuonen kaikki unhoittuva on.

On lemmenruusut sulle kerran kerran kukkineet.
On huulet hurmaavimmat valan vannoneet.
Valat kalleimmatkin lailla virvatulten häviää,
On polte suudelmankin harhaa häipyvää.

On aivan sama, koska kuolet ratsumies.
On aivan sama, koska päättyy elon ties.
Sillä tummat ruusut aina kukkii tuonen tarhoissa.
On aivan sama, koska kuolet ratsumies.

É Tudo Igual

É tudo igual, para onde você vai, cavaleiro.
É tudo igual, onde termina o caminho da vida.
Até as rosas mais lindas murcham, o outono respira a morte.
A noite, uma vez, dá descanso ao viajante.

É só um sonho passageiro, até o vinho é ilusão.
E a canção mais bela ecoa por um momento.
Que sua frase de efeito seja a futilidade das futilidades
E nas terras da morte, tudo se esquece.

As rosas do amor já floresceram para você uma vez.
Os lábios mais encantadores fizeram promessas.
Até os votos mais preciosos, como luzes de fogo-fátuo, desaparecem,
A paixão de um beijo também é uma ilusão que se esvai.

É tudo igual, quando você morrer, cavaleiro.
É tudo igual, quando termina o caminho da vida.
Pois as rosas escuras sempre florescem nos jardins da morte.
É tudo igual, quando você morrer, cavaleiro.

Composição: Jörgen Elofsson