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Caminho para a Incineração

Vile

Path To Incinaration

Manipulation - by the hands of oppression that grab a hold
They have no choice but to die
1000 years of pain - their sentence penned in blood

Denied - all means of escape are futile
They're left to perish, to rot upon their own waste
To see their own destroyed and watch them die
Before their eyes

The crusher hammer of oppression fails
Justified genocide
Dark angel of death descend
Warm rivers of blood will flow

Black winds of war bring tragedy
Ripping children from their families
Gathered up like criminals
Sent away never to return

Into a structure - conceived of death
A man made - killing machine

The bodies pile up to the sky
A massive sea of unending graves
Dark angel of war descend
Cold rivers of blood still flow, and they flow!

Disincarnate their skulls
Let maggots consume
Incineration of corpses
Their bodies turn to dust
Asphyxiation - a new way to kill
Poisoned by gasses - their lungs collapse

One by one they watch them drop like flies
One by one they see them... BURN!

Caminho para a Incineração

Manipulação - pelas mãos da opressão que agarram
Não têm escolha a não ser morrer
1000 anos de dor - sua sentença escrita em sangue

Negados - todos os meios de fuga são em vão
Eles são deixados para perecer, apodrecer em seu próprio lixo
Ver seus próprios destruídos e assisti-los morrer
Diante de seus olhos

O martelo esmagador da opressão falha
Genocídio justificado
Anjo negro da morte desce
Rios quentes de sangue vão fluir

Os ventos negros da guerra trazem tragédia
Arrancando crianças de suas famílias
Reunidos como criminosos
Mandados embora nunca mais voltar

Para uma estrutura - concebida para a morte
Uma máquina de matar feita pelo homem

Os corpos se acumulam até o céu
Um mar imenso de sepulturas sem fim
Anjo negro da guerra desce
Rios frios de sangue ainda fluem, e fluem!

Desencarnem seus crânios
Deixem as larvas consumir
Incineração de cadáveres
Seus corpos se tornam pó
Asfixia - uma nova forma de matar
Envenenados por gases - seus pulmões colapsam

Um por um eles assistem a queda como moscas
Um por um eles veem... QUEIMAR!

Composição: Juan Urteaga