Quatembersturm
Schwer stürzen nachtschwarze Fluten
Durch weiss erstarrtes Tannendickicht
In wirr aschgraues Schleierbranden
Gierend nach Finsternis
Frosthungrig jagend
Quälenden Durst
Mit Raureif zu tilgen
Begierig tiefer durch klammtaubes Fleisch
Gräbt grimmig der Wind sich ins Antlitz
Presst eisiges Brennen bis in die Knochen
Zwischen den Stämmen
Ein Rauschen
Wie Gesang
Verendender Engel
Gierend nach Finsternis
Frosthungrig jagend
Quälenden Durst
Mit Raureif zu tilgen
An Bedrängnis sattgetrunken
Ruhend horchen in dräuende Schatten
Hingestreckt in befremdliches Glitzern
Tempestade de Quatember
Pesadas ondas negras da noite
Atravessam o denso pinhal congelado
Em um confuso véu cinza de chamas
Ansiando pela escuridão
Caçando com fome de frio
Um sede angustiante
Para apagar com o orvalho gelado
Atraído mais fundo por carne fria e úmida
O vento se enterra com fúria no rosto
Pressiona um ardor gelado até os ossos
Entre os troncos
Um sussurro
Como um canto
De anjo moribundo
Ansiando pela escuridão
Caçando com fome de frio
Um sede angustiante
Para apagar com o orvalho gelado
Saciados de angústia, embriagados
Descansando, ouvindo nas sombras ameaçadoras
Estendidos em um brilho estranho