A Solas Kon Un Ritmo - Shohai
Yo solo,mongolo... aha maestro ShoHai c3po hombre de oro keke a solas kon un ritmo agarro hierro si eh eh eh
Aunque madrugue, a mí ni Dios me ayuda
saco fuerzas cual jabato herido, emprendo solo mí ruta
Rey de Copas mucho piensas a solas
Quieres gritar y no te oyen y en tu pozo solo el eco te nombra
Se nota cuando Mago flaquea
se nota porque se refleja en letras
se nota cuando en vida Mago flojea , sigue pisando mierda
Levantarse y caerse pero siempre alza cabeza.
Nada malo hice por cambiar de formato
Si mis costumbres son las mismas mc's se deben de ver rebajados
Pienso, o envidia les corroe
Buscan
fama a costa de mí pues,
¿No creo eh?
Yo a lo mío y tu a lo tuyo y como mucho un hola en común,
Jeitofono y ritmo solo son sumun.
Cosas muchas han cambiado,
Si de crío tenía miedo a la pasma, y ahora les tengo asco.
En tiempos macarras buscaban camorra en el barrio
Conduciendo ruidosas Riejus con motores trucados,
Supe mantenerme al margen,
pero problemas entraron en mente y no emergen.
En estos momentos el bafle es mío yo soy el dueño
Y los segundos en el reproductor van corriendo,
Que no acabe nunca nuestra música
Infinita cual ocho tumbado, rima matemática.
Con la peor portada, pero con el mejor disco del año a la espalda
Violadores no defraudan.
Rap vulgar no tuvo nunca lugar en mi walkman,
Mc’s ahoganse entre sus turbias aguas.
Hablar de canciones del mago es hablar de canciones pepino,
Canciones, poco vistas en micros.
Con salud de hierro, en fase de óxido Poco hice por ser cuerpo diez, soy un cerdo.
Sozinho com um Ritmo
Eu só, mongolo... aha maestro ShoHai c3po homem de ouro keke sozinho com um ritmo agarro ferro si eh eh eh
Mesmo que eu acorde cedo, nem Deus me ajuda
Tiro forças como um javali ferido, sigo meu caminho sozinho
Rei de Copas, você pensa muito sozinho
Quer gritar e não te ouvem, e no seu poço só o eco te chama
Dá pra notar quando o Mago vacila
Dá pra notar porque se reflete nas letras
Dá pra notar quando na vida o Mago vacila, continua pisando na merda
Levantar e cair, mas sempre erguendo a cabeça.
Nada de errado fiz por mudar de formato
Se meus costumes são os mesmos, os mc's devem se ver rebaixados
Penso, ou a inveja os consome
Buscam
fama às custas de mim, pois,
Não acredito eh?
Eu no meu e você no seu, e no máximo um olá em comum,
Jeitofono e ritmo só são o sumo.
Muitas coisas mudaram,
Se quando era criança tinha medo da polícia, agora tenho nojo deles.
Em tempos de malandragem, buscavam confusão no bairro
Dirigindo barulhentas Riejus com motores tunados,
Soube me manter à parte,
mas problemas entraram na mente e não emergem.
Neste momento, o bafle é meu, eu sou o dono
E os segundos no reprodutor vão passando,
Que nossa música nunca acabe
Infinita como um oito deitado, rima matemática.
Com a pior capa, mas com o melhor disco do ano nas costas
Violadores não decepcionam.
Rap vulgar nunca teve lugar no meu walkman,
Mc's se afogam entre suas águas turvas.
Falar das músicas do Mago é falar de músicas pepino,
Músicas, pouco vistas em microfones.
Com saúde de ferro, em fase de óxido, pouco fiz pra ser corpo dez, sou um porco.