Crónicas Vacías.
El hombre tiene que luchar tanto por la vida
Que no le da tiempo de vivirla
Aunque lo interprete así
Oye mujer no te sientas ofendida
Si la muerte no existiera
La vida en esta tierra no tendría sentido tenerla
Ni vivirla
Si nos hemos derrumbado
Pero no lo suficiente para estar entre escombros
O quedar atrapado bajo tierra
Entonces levántate
¿Qué diablos esperas?
No actúes como idiota en esta vida que es tan perra
Tu mente se encuentra deambulando en otro planeta
Sin embargo, tienes bien en claro
De que tu puta masa corporal
Sigue estando en este plano existencial
El hombre, al igual que la conciencia
Diario piden su alimento
Ya dependerá de cada individuo el cómo alimentarlas
Si quedar satisfecho o insatisfecho
Cada ser genera su prisión mental
El cómo debe de pagar, cuánto tiempo lamentar
Si lo prefiere a gravedad
Destina a cadena perpetua su prisión mental
De esto lado decido el no bloquear esta mente
Pues no quiero entrar al control mental que quieran otorgar
Si intentas burlarte o jugar con esta misma
Entonces que no te sorprenda
Si un día al despertar lo primero que veas frente a ti
Sea un sujeto
Portando bata blanca
Presentándose como tu psiquiatra
Sin saber de dónde vienes
Por el aspecto que tienes
Te preguntas, ¿Qué eres?, ¿De qué eres?
¿De qué o quién diablos se trata?
Las bombas mentales que guarda cada ser
Siendo explotadas
En sus miradas se podrán ver
Reflejadas, expresadas
No todos lo podrán reconocer
Mucho menos comprender
Hermano mío, tienes que entender, que si tú no te amas y levantas
Nadie más lo querrá ni podrá hacer
Hermano mío, tienes que entender, que si tú no te amas y levantas
Nadie más lo querrá ni podrá hacer
Crônicas Vazias
O homem tem que lutar tanto pela vida
Que não sobra tempo pra vivê-la
Mesmo que interprete assim
Escuta, mulher, não se sinta ofendida
Se a morte não existisse
A vida nessa terra não teria sentido algum
Nem pra ser vivida
Se a gente já se desmoronou
Mas não o suficiente pra ficar entre os escombros
Ou preso debaixo da terra
Então levanta
Que porra você tá esperando?
Não age como um idiota nessa vida que é tão cruel
Sua mente tá vagando em outro planeta
Mas você sabe bem
Que sua maldita massa corporal
Ainda tá nesse plano existencial
O homem, assim como a consciência
Todo dia pede seu alimento
Vai depender de cada um como alimentá-las
Se ficar satisfeito ou insatisfeito
Cada ser cria sua prisão mental
Como deve pagar, quanto tempo lamentar
Se prefere a gravidade
Destina a prisão mental a uma cadeia perpétua
Aqui eu decido não bloquear essa mente
Pois não quero entrar no controle mental que querem impor
Se você tenta zombar ou brincar com isso
Então não se surpreenda
Se um dia ao acordar a primeira coisa que você vê
Seja um sujeito
Usando um jaleco branco
Se apresentando como seu psiquiatra
Sem saber de onde você vem
Pelo jeito que você tem
Você se pergunta, o que você é?, de onde você é?
Do que ou de quem diabos se trata?
As bombas mentais que cada ser guarda
Sendo explodidas
Nos olhares se podem ver
Refletidas, expressadas
Nem todos vão conseguir reconhecer
Muito menos compreender
Irmão meu, você tem que entender, que se você não se ama e se levanta
Ninguém mais vai querer ou poderá fazer
Irmão meu, você tem que entender, que se você não se ama e se levanta
Ninguém mais vai querer ou poderá fazer
Composição: Violeta Pérez Castro