Remnants Of Deprivation
Mountains of bodies entangled, endless, entwined in barbed wire
Deep cuts in their flesh, ruthless, gruesome obliteration
Bodies of the women lay naked, spreading legs from violent rape
From pain deformed expressions on their faces
Robbed of life still screaming loud
Remnant of a mass extinction, deprivation of life
Erased to breed a new existence, brought forth by a lust for purity
Vile stench of death fills the air, the bodies start to decompose
Maggots dwell on rotting flesh, deterioration spreads a stench
Stings the eye, regurgitate the gut, suffocate, repulsive scenery
Remnants of deprivation, bleeding faces
Staring empty over land of mass destruction
Heaping for air, gasp their last breath to the sound of pitiful crying
Death, is all around, limbs torn violent, from bodies, still moving, still breathing
Clinging to life, disfigured, choke on their own blood
The last few survivors, soon to rot, all will be gone, extinction
They're the last of the human race
Mountains of bodies entangled, endless, entwined in barbed wire
Deep cuts in their flesh, ruthless, gruesome obliteration
Bodies of the women lay naked, spreading legs from violent rape
From pain deformed expressions on their faces
Robbed of life still screaming loud
Restos de Privação
Montanhas de corpos entrelaçados, sem fim, presos em arame farpado
Cortes profundos em sua carne, impiedosos, obliterados de forma grotesca
Corpos de mulheres jazem nus, pernas abertas de um estupro violento
Expressões deformadas de dor em seus rostos
Despojados da vida, ainda gritando alto
Restos de uma extinção em massa, privação de vida
Apagados para gerar uma nova existência, trazidos por uma luxúria por pureza
O fedor vil da morte enche o ar, os corpos começam a se decompor
Lombrigas habitam a carne podre, a deterioração espalha um cheiro
Arde os olhos, regurgita o estômago, sufoca, cenário repulsivo
Restos de privação, rostos ensanguentados
Olhando vazios sobre a terra de destruição em massa
Suplicando por ar, ofegam seu último suspiro ao som de choros lamentáveis
A morte está ao redor, membros arrancados violentamente, de corpos, ainda se movendo, ainda respirando
Agarrando-se à vida, desfigurados, se afogando em seu próprio sangue
Os últimos sobreviventes, logo em decomposição, todos irão embora, extinção
Eles são os últimos da raça humana
Montanhas de corpos entrelaçados, sem fim, presos em arame farpado
Cortes profundos em sua carne, impiedosos, obliterados de forma grotesca
Corpos de mulheres jazem nus, pernas abertas de um estupro violento
Expressões deformadas de dor em seus rostos
Despojados da vida, ainda gritando alto