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Canção do Desvelado (part. Manuel García e Banda Feminina Regional Mulheres do Vento Florido)

Vivir Quintana

Canción Del Desvelado (part. Manuel García y Banda Femenil Regional Mujeres Del Viento Florido)

Algo que siempre ha nacido
Detrás de la cordillera
Aunque no haya Luna llena
Siempre se queda en nosotros
Y eso que a mí me desvela
Es como entrar en tus ojos
Es como si fuera el oro
De todas las cosas bellas
Como la fuerza de un potro
Que se encabrita en la selva

Algo que nos toca el hombro
Diciendo el tiempo que queda
Todas las bestias salvajes
Serpientes de lunas viejas
Pasan y toman asiento
Pero eso no me desvela
Sino la luz que despierta
En las mañanas que venga
Otro camino de luz

Algo que siempre ha nacido
Detrás de la cordillera
Y que no es como una esfera
Más bien parece una hembra
Que está pariendo una estrella
Le duelen todas las puntas
Sangra con luz de la tierra
El árbol llena su copa
Del canto de aves viajeras
Pájaros de otro planeta
Que nadie ha visto de cerca
La ciudad en su horizonte
Sabe su nombre que vuela

Canção do Desvelado (part. Manuel García e Banda Feminina Regional Mulheres do Vento Florido)

Algo que sempre nasceu
Atrás da cordilheira
Mesmo sem lua cheia
Sempre fica em nós
E isso que me tira o sono
É como entrar nos teus olhos
É como se fosse o ouro
De todas as coisas lindas
Como a força de um potro
Que se empina na selva

Algo que toca no ombro
Dizendo o tempo que resta
Todas as feras selvagens
Serpentes de luas antigas
Passam e tomam assento
Mas isso não me tira o sono
E sim a luz que desperta
Nas manhãs que vêm
Outro caminho de luz

Algo que sempre nasceu
Atrás da cordilheira
E que não é como uma esfera
Parece mais uma fêmea
Que está parindo uma estrela
Dói em todas as pontas
Sangra com luz da terra
A árvore enche sua copa
Com o canto de aves viajantes
Pássaros de outro planeta
Que ninguém viu de perto
A cidade em seu horizonte
Sabe seu nome que voa