hELLO FrOM tHE nOisE
Shadows creeping, can't shake the dread
Eyes wide open but I'm dead in my head
Heartbeats hammer, a demon's drumline
Tick-tock, death o'clock, it's my time
Fangs in the dark, venom in the veins
Mind's a horror flick, reel stuck on the pain
Whispers in the static crawling through my skull
Room full of mirrors, every shard's dull
Breath like fire, lungs full of smoke
Every step forward feels like a choke
Blood on the floor, but it's not mine
Clock's hands spinning, rewinding the crime
Screams in the night, can't run, can't hide
Living my nightmare, I'm the devil's ride
Flames on my back, chains on my mind
Horror on repeat, and I'm stuck in rewind
Skin crawling, spiders weaving threads
Thoughts wrapped tight like a noose 'round my neck
Footsteps echo, walls closing in
Every shadow's grin hides a deeper sin
Teeth grind slow, mouth tastes rust
Eyelids heavy, but I'm trapped in distrust
Skeletons dancing, mocking my fears
Every scream I let out fuels the gears
oLÁ dO rUídO
Sombras rastejando, não consigo me livrar do pavor
De olhos bem abertos, mas mentalmente estou morto
Batidas cardíacas martelam, a bateria de um demônio
Tic-tac, hora da morte, é a minha hora
Presas na escuridão, veneno nas veias
Mind é um filme de terror, a bobina presa na dor
Sussurros na estática rastejando pelo meu crânio
Sala cheia de espelhos, cada fragmento sem brilho
Respiração como fogo, pulmões cheios de fumaça
Cada passo em frente parece um sufocamento
Sangue no chão, mas não é meu
Os ponteiros do relógio giram, rebobinando o crime
Gritos na noite, não consigo correr, não consigo me esconder
Vivendo meu pesadelo, sou a carruagem do diabo
Chamas nas minhas costas, correntes na minha mente
Terror em repetição constante, e eu estou preso no modo de rebobinar
Arrepios na pele, aranhas tecendo fios
Pensamentos apertados como um laço em volta do meu pescoço
Passos ecoam, paredes se fecham
O sorriso de cada sombra esconde um pecado mais profundo
Os dentes rangem lentamente, a boca tem gosto de ferrugem
Pálpebras pesadas, mas estou preso na desconfiança
Esqueletos dançando, zombando dos meus medos
Cada grito que eu solto alimenta as engrenagens