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O Menino no Brejo

Volkstrott

Der Knabe im Moor

O, schaurig ist's, übers Moor zu gehn,
Wenn es wimmelt vom Haiderauch
Sich wie Phantome die Dünste drehn
Und die Ranke häkelt am Strauch

Fest hält die Fibel das zitternde Kind
Und rennt, als ob mann es jage
Hohl über die Fläche sauset der Wind
Was raschelt drüben am Hage?

Vom Ufer starret Gestumpf hervor
Unheimlich nicket die Föhre
Der Knabe rennt, gespannt das Ohr
Durch Riesenhalme wie Speere

Da birst das Moor, ein Seufzer geht
Hervor aus der klaffenden Höhle
Weh, weh, ruft da die 'dammte Margret
Ho, ho, meine arme Seele

Da mählich gründet der Boden sich
Und drüben, neben der Weide
Die Lampe flimmert so heimatlich
Ja, im Geröhre wars fürchterlich...
Wirf scheu einen Blick zurück
O, schaurig wars in der Heide!

O Menino no Brejo

Oh, é assustador andar pelo brejo,
Quando a fumaça do charco se espalha
Como fantasmas, os vapores se entrelaçam
E a trepadeira se agarra ao arbusto.

A fivela segura a criança tremendo
E corre, como se alguém a perseguisse.
O vento assobia pela superfície
O que será que farfalha lá no mato?

Na margem, uma sombra se destaca
A pinheira assombra com seu balançar.
O menino corre, atento ao som
Por entre os gigantes como lanças.

Então o brejo se rompe, um suspiro sai
Da caverna que se abre em desespero.
Ai, ai, grita a 'maldita Margret
Oh, oh, minha pobre alma.

Então, lentamente, o chão se firma
E lá do outro lado, perto do salgueiro,
A lâmpada brilha tão acolhedora
Sim, no barulho era aterrorizante...
Dê uma olhada assustada para trás
Oh, foi assustador na charneca!

Composição: