Forever Scorned
The sphere freezes as the air splits open
Phantoms crush the throat, faceless, ravenous
No breath remains, the ribs collapse under nothing
Invisible claws rip out the entrails
Carnage born, the body torn
Dead by dawn, forever scorned
The jaw is broken from the inside out
The scream never leaves a sound
Black saliva pours as the tongue is torn away
Soaked in blood the body still twitches
Shadows wraps around the neck
Dreams collapse into a void of mutilation
Eyes explode in spectral flame
Screams erased, no trace, no name
Carnage born, the body torn
Dead by dawn, forever scorned
Ethereal blades carve open veins
Whispers grind against the skull
Flesh denied it's final rest
Phantoms reign in the tomb of bones
Shadows wraps around the neck
All dreams collapse
Eyes explode in spectral flame
Screams erased, no trace, no name
Carnage born, the body torn
Dead by dawn, forever scorned
Eternamente Desprezado
A esfera congela enquanto o ar se abre
Fantasmas esmagam a garganta, sem rosto, vorazes
Nenhum fôlego resta, as costelas colapsam sob o nada
Garras invisíveis arrancam as entranhas
Carnificina nasce, o corpo dilacerado
Morto ao amanhecer, eternamente desprezado
A mandíbula se quebra de dentro pra fora
O grito nunca emite som
Saliva negra escorre enquanto a língua é arrancada
Encharcado de sangue, o corpo ainda se contorce
Sombras se enrolam ao redor do pescoço
Sonhos colapsam em um vazio de mutilação
Olhos explodem em chamas espectrais
Gritos apagados, sem vestígios, sem nome
Carnificina nasce, o corpo dilacerado
Morto ao amanhecer, eternamente desprezado
Lâminas etéreas abrem veias
Sussurros rangem contra o crânio
Carne negada ao seu descanso final
Fantasmas reinam na tumba de ossos
Sombras se enrolam ao redor do pescoço
Todos os sonhos colapsam
Olhos explodem em chamas espectrais
Gritos apagados, sem vestígios, sem nome
Carnificina nasce, o corpo dilacerado
Morto ao amanhecer, eternamente desprezado