Violenca
Once on a road to a bad neighbourhood
A girl named violenca stopped me on my way she just entered my car
Her skirt was touching no legs
Her voice was so deep - she was a men.
She told her high heels and his soul for another ten liri to me.
We broke into old apartment-blocks heading to suck me off
We pushed-in some doors quite violently
A tiny room with a board and a bed was all interior in there
And the dark shemale made me lie down on sheets and blankets of
Filthy antique state
That would fry and shudder a nation into fate some cockroaches
Dried in white juice
A glimpse of a look i dared
Causing a brief heart-attack
I was nervous bur nevertheless the shemale she drank water
From my black spring
She liked me and said in tears "goodbye" a hundred times there is no doubt
I was in the hell where a ...(it) grows.
Violenca, i still shudder when i say goodbye...(goodbye - the word no good anymore).
Violenca
Uma vez numa estrada pra um bairro perigoso
Uma garota chamada Violenca me parou no caminho, ela entrou no meu carro
A saia dela não cobria as pernas
A voz dela era tão profunda - ela parecia um homem.
Ela falou sobre seus saltos altos e sua alma por mais dez liras pra mim.
Invadimos prédios antigos, indo pra me dar um boquete
Empurramos algumas portas com bastante violência
Um quarto minúsculo com uma tábua e uma cama era tudo que tinha lá
E a shemale escura me fez deitar em lençóis e cobertores de
Um estado antigo e imundo
Que faria uma nação inteira tremer de medo, algumas baratas
Secas em um suco branco
Um vislumbre de um olhar que eu ousei
Causando uma breve parada cardíaca
Eu estava nervoso, mas mesmo assim a shemale bebeu água
Da minha fonte negra
Ela gostava de mim e disse em lágrimas "adeus" cem vezes, não há dúvida
Eu estava no inferno onde um...(isso) cresce.
Violenca, eu ainda estremeço quando digo adeus...(adeus - a palavra não vale mais nada).