Vino Blanco
Le leyenda cunta que el dios Baco lo llevó
una noche en tempestad y que nunca más volvió.
En su reino lo midió contra un minotauro vil.
Si vencía prometió lo dejaría ir.
Dioses del mostagán, este pacto no es leal,
Dioses del mostagán, un mal trato es.
Y en su vino blanco lo ve a Dionisio bajar,
Y se su vino blanco lo reta a baco a escabiar.
Draconiano fue el doctor al salir del hospital.
Una abstemia le ordenó de vinasi y alquitrán.
Oye etílico mortal, sólo quiero ver tu luz.
No me importa la moral, sí me importa tu salud.
Dioses del mostagán, este pacto no es leal,
Dioses del mostagán, este pacto no es leal.
Sólo ha de escuchar su corazón de tetrabrick.
No puede zafar, se golpea al fin.
Y en su vino...
Y está todo mal, ya no sangres más, dale un fin.
Vinho Branco
A lenda conta que o deus Baco o levou
uma noite de tempestade e que nunca mais voltou.
Em seu reino o mediu contra um minotauro cruel.
Se vencesse, prometeu que o deixaria ir.
Deuses do vinho, esse pacto não é leal,
Deuses do vinho, é um péssimo trato.
E em seu vinho branco vê Dionísio descer,
E em seu vinho branco desafia Baco a beber.
Draconiano foi o médico ao sair do hospital.
Uma abstinência lhe ordenou de vinhos e alcatrão.
Ei, etílico mortal, só quero ver sua luz.
Não me importa a moral, me importa sua saúde.
Deuses do vinho, esse pacto não é leal,
Deuses do vinho, esse pacto não é leal.
Só vai ouvir seu coração de tetra pak.
Não pode escapar, se machuca no final.
E em seu vinho...
E está tudo errado, já não sangre mais, dá um fim.