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Devorar o Sol

Vvilderness

Devour the Sun

Fountains, untold
Diluvials
Mountains, unseen
Materials

Crunches and turns the axis of time
An epoch of spring begins
The wetlands are fructified by
Intoxicating winds

Fathers, mothers
Await the fall
Sisters, brothers
The end of all

The fall of man
The end of all

Weeping, laughter
Everything fades
Whispers, thunder
Vanish in space

Radiant spheres, luminaries
Run out of fuel
Daylight, candles
All go obscure

And then the winter no one has seen
Aeons become things of the past
All die like embers in the northern wind
Frostflowers remain last

Crunches and turns the axis of time
A beast approaches to devour the Sun
To gorge the barren soul of man
No more ages to come

Devorar o Sol

Fontes, incontáveis
Diluviais
Montanhas, invisíveis
Materiais

Eixos do tempo se quebram e giram
Uma era de primavera começa
As terras alagadas são fecundadas por
Ventos intoxicantes

Pais, mães
Aguardam a queda
Irmãs, irmãos
O fim de tudo

A queda do homem
O fim de tudo

Choros, risadas
Tudo se apaga
Sussurros, trovão
Desaparecem no espaço

Esferas radiantes, luminárias
Ficam sem combustível
Luz do dia, velas
Tudo se torna obscuro

E então o inverno que ninguém viu
Éons se tornam coisas do passado
Todos morrem como brasas no vento do norte
Flores de geada permanecem por último

Eixos do tempo se quebram e giram
Uma besta se aproxima para devorar o Sol
Para entupir a alma estéril do homem
Sem mais eras por vir

Composição: Vvilderness