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Lama

Vylet Pony

Sludge

Am I the master of my fate?
Or will this carrion of hate
Embalm my ever writhing psyche
In a box of blood red tape?
Poster child, torn snake oil goddess
Cardinal ashes, much too modest
Priestesses of a lesser knowledge
Strung high, by tempered sins

Relinquish every innocent
Understanding, reprimanding
On the docket, equal measure
Testify these simple pleasures
Such is life, scape of strife
Uproot the sinister sacred rites
Disciple of a dying creed
Hungering this sickness
To be freed
To be freed
To be freed
To be freed

Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
Rivers run red
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Vylet Pony

Choke the stench of my flesh
Rot before you, my final breath
Honor death, abduct my virtue
Stuff each spout, snuff my light
Flay, and devour
Lash for every wasted hour
Point and laugh, make merry mass, oh
As I become the ground that you walk on

The sludge in my veins
Will swallow up the rains
Gripping tight to the reins
Which I’ve wielded subjugation plain
Seep into the soils
As the skin that grows must boil
Nourished a toxin sky devised by
None other than the man next door

This tortured marrow rotting out
Serves to garnish every doubt
Once vanity, now ostracized
No mere demise could live without
Defiling mire of endless yield
Where absence wrought a baneful shield
The vain which promised the means to an end
Now warden of your acumen

Paper mâché wings
Fashioned cardboard and string

They pluck my feathers
Make it sting

Strip my body, gouge my chest
They rape me till there's nothing left

Love and tolerate this mess
Defile and crush my every breath

Sinner, be damned!

Oh, in the distance I could see a pale light
Ooh, was it love I felt
As I gave my body to the night?
A strange voice, a quiet voice, called my name

Darling, Wolf
Won't you put purpose to this pain?
You shall be mine
Until the end of days

And when it shows its head
Just indulge it, acquiesce
Before you know it
Somebody else will smash its head in

And the last thing they heard was

Lama

Sou eu o mestre do meu destino?
Ou será que essa carniça de ódio
Embalma minha psique sempre contorcida
Dentro de uma caixa de fita vermelha?
Criança-propaganda, deusa de óleo de cobra rasgada
Cinzas cardeais, muito modestas
Sacerdotisas de um conhecimento menor
Suspensas, por pecados temperados

Renuncie a cada inocente
Compreensão, reprimenda
Na pauta, medida igual
Testemunhe esses prazeres simples
Assim é a vida, fuga da luta
Arranque os rituais sagrados sinistros
Discípulo de uma crença moribunda
Fome dessa doença
Para ser livre
Para ser livre
Para ser livre
Para ser livre

Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
Rios correm vermelhos
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Sufoca o fedor da minha carne
Apodreça diante de você, meu último suspiro
Honre a morte, abduza minha virtude
Entupa cada bico, apague minha luz
Despeje e devore
Açoite por cada hora desperdiçada
Aponte e ria, faça uma massa alegre, oh
Enquanto eu me torno o chão que você pisa

A lama nas minhas veias
Vai engolir as chuvas
Apertando firme as rédeas
Que eu empunhei, subjugação clara
Filtra-se nos solos
Como a pele que cresce deve ferver
Nutri uma toxina que o céu concebeu
Nada mais que o homem ao lado

Essa medula torturada apodrecendo
Serve para temperar cada dúvida
Uma vez vaidade, agora ostracizada
Nenhuma mera morte poderia viver sem
Profanando a lama de colheita sem fim
Onde a ausência forjou um escudo maléfico
O vaidoso que prometeu os meios para um fim
Agora é o carcereiro da sua perspicácia

Asas de papel machê
Feitas de papelão e corda

Eles arrancam minhas penas
Fazendo doer

Despeje meu corpo, escave meu peito
Eles me estupram até não sobrar nada

Ame e tolere essa bagunça
Profane e esmague cada um dos meus suspiros

Pecador, que se dane!

Oh, ao longe eu podia ver uma luz pálida
Ooh, era amor que eu sentia
Enquanto entregava meu corpo à noite?
Uma voz estranha, uma voz suave, chamou meu nome

Querido, Lobo
Você não vai dar propósito a essa dor?
Você será meu
Até o fim dos dias

E quando isso aparecer
Apenas se entregue, acquiesça
Antes que você perceba
Alguém vai esmurrar sua cabeça

E a última coisa que ouviram foi

Composição: Vylet Pony